Mundo Gumpo Cast: O cara que comeu o mamilo da ET

gumpcast | Gumpcast | blog, gump cast, mundo gump, ufologia

E aí, pessoal? Tá na hora de mais um mergulho nas águas turvas e bizarras do nosso querido Mundo Gump Cast. Hoje a pauta é daquelas que a gente até hesita em contar pra mãe, mas que, convenhamos, é impossível ignorar. Vamos falar de abdução alienígena. Mas não qualquer abdução: estamos falando daquelas com um quê a mais, um fundo… digamos… sexual. E olha que eu tava planejando gravar isso em paz, mas a vida (ou uma viagem inesperada) atrapalhou. Fui pra Campos do Jordão na sexta e, bom, o plano original foi pro espaço não rolou. Mas tá aí, o episódio duplo chegou!

Primeiro, deixa eu colocar o link pra você não se perder. Clica aqui pra baixar o áudio. Ou, se preferir, é só dar o play aí embaixo e vir nessa viagem comigo.

O Caso Antônio Vilas-Boas: O “Cara que Comeu o Mamilo da ET”

Se tem uma história que é lenda no mundo da ufologia brasileira, é a do Antônio. Em 1957, lá em Minas Gerais, o jovem fazendeiro alegou ter sido levado a força para dentro de uma nave. O relato dele é tão específico que chega a dar arrepio. Ele descreveu seres baixos, de roupa cinza e olhos alongados – a descrição clássica dos “grays” que a gente conhece hoje, mas que na época nem era tão popular assim.

Agora, a parte que todo mundo lembra: Antônio disse que uma das criaturas, uma fêmea, se aproximou dele de forma… amigável. E não só isso. O contato teria sido íntimo. Muito íntimo. O cara basicamente teve um encontro intergaláctico do terceiro grau dentro da nave. Ele até descreveu a parceira como tendo cabelos loiros e ralos, e olhos azuis alongados. No final do “encontro”, a tal ET teria apontado para a barriga e depois para o céu, num gesto que ele interpretou como “um dia nosso filho voltará”. Sério, parece roteiro de filme B, mas o caso é estudado até hoje como um dos primeiros e mais detalhados relatos de abdução com conotação sexual.

O que muita gente não sabe é que, depois do ocorrido, Antônio passou mal. Ele teve sintomas parecidos com os de uma doença por radiação: náuseas, fraqueza, marcas no corpo. Coisa de louco, né? Ele seguiu a vida, formou-se em direito e nunca mudou sua história, até morrer em 1991. Fica a pergunta: o que diabos aconteceu com aquele homem naquela noite?

E Do Outro Lado do Mundo: O Açougueiro de Kelly

Enquanto isso, nos Estados Unidos, um caso parecido ganhava os jornais. Em 1975, o lenhador Travis Walton some por cinco dias depois de ser atingido por um feixe de luz de um disco voador. Quando reaparece, conta uma história sinistra. Ele acorda numa mesa, cercado por criaturinhas clássicas. Assustado, ele revida, dá um soco num deles e consegue fugir da sala.

Só que aí a história dele dá uma guinada. Ele é encontrado por um ser mais alto, parecido com humano, que o leva para outra sala. Nessa sala, tem três figuras que ele descreve como lindas, de aparência humana, usando túnicas. Eles o colocam numa maca, colocam uma máscara transparente no rosto dele e ele apaga. O detalhe é que, em algumas entrevistas posteriores e sob hipnose, Travis mencionou sensações de exames e até um possível contato mais íntimo com essas “humanoides”, embora ele seja menos explícito que o Vilas-Boas.

O caso do Walton foi tão bombástico que virou livro e o filme Fogo no Céu (que, cá entre nós, é bem perturbador). Ele e toda a sua equipe de lenhadores passaram por detector de mentiras – e passaram. Como explicar cinco homens inventando a mesma história e sustentando ela a vida toda?

O Que a Gente Faz Com Isso?

Falar desses casos é sempre um exercício de estranheza. Por um lado, a gente fica tentando achar uma explicação lógica: alucinações, psicose coletiva, histeria. Por outro, os detalhes, a consistência dos relatos ao longo dos anos e os efeitos físicos nos abduzidos jogam uma pá de terra nessa racionalidade toda.

E o tema sexual é o que mais causa desconforto. Por que essa seria uma constante? Alguns pesquisadores, como o já falecido John Mack de Harvard, sugeriam que poderia ser um tipo de experimento genético, uma tentativa de criar algum tipo de híbrido. Outra teoria é que seja uma forma de controle, de impor dominância total sobre a vítima, atingindo-a no nível mais íntimo e vulnerável possível.

Seja o que for, é inegável que essas histórias mexem com um medo e uma curiosidade muito profundos na gente. Elas cutucam aquela parte do cérebro que questiona nosso lugar no universo e se somos realmente… donos do nosso próprio nariz (e do nosso corpo).

No fim das contas, eu fico pensando. A gente ri, acha absurdo, dá risada do “cara que comeu o mamilo da ET”. Mas será que, no lugar deles, a nossa história seria muito diferente? É fácil duvidar de dentro do nosso quarto, com a luz acesa. Difícil é ser o cara que vê a luz azul no meio do mato e some por dias.

É isso aí. O episódio tá no ar, os casos tão aí pra quem quiser se aventurar mais. Cada um tira suas próprias conclusões. Eu, por enquanto, vou ficar é com o pé atrás com luzes estranhas no céu, viu? Muito louco isso né.

Fonte

Compartilhar

5 Comentários

  1. Hilton Silva

    “Aqui estou (, mais um dia. Sob o olhar sanguinário do vigia….)”

  2. Daniel Costa

    Vamos aguardar o desenrolar dos fatos…

  3. ozzkeith

    Philipe, cast de primeira como de costume!!! tenho um a sugestão: faz um retrato falado das aliens japa e escandinava de olhos esbugalhados ;)
    abraço brother

  4. BrunaPontes

    Adoro histórias de ET, essa foi nova pra mim.

    Você vai numerar os podcast? Qual seria o número desse episódio?

    Abraço!

  5. Kijof

    hahahha Muito bom! Agora o Peter se lascou poderia ter sido uma experiência mais ‘gostosa’ para ele, foi logo comer o peito da loira, se deu mal.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *