lembranças de outra encarnação?

reencarnacao41 | Bizarro | encarnação, espiritismo, mistérios

Eu já estava indo desligar a minha maquina para fazer um rango quando me lembrei que já tem uns dias, estou com esse post entalado para escrever. Vou fazer ele em partes, pq tem muitos casos estranhos que podem indicar algum tipo de memória de uma encarnação passada. A questão que se coloca é:

A reencarnação existe?

Não me dou à prepotência de dizer nem que sim, nem que não. Cada um que forme seu pensamento conforme o que acha que é.

Pode haver muitas explicações possíveis para este fenômeno. Algumas até mais estranhas que a ideia de um espirito voltando ao mundo dos vivos.

Será a morte o fim de tudo ou de alguma maneira ainda desconhecida, parte de nossa consciência pode de alguma forma migrar para outro corpo? Pode haver inúmeras outras possibilidades, como algum tipo de sintonia transpessoal que conecte pessoas aleatórias, transmitindo certas lembranças? Uma espécie de memória coletiva onde, por alguma razão desconhecida, certas mentes podem obter dados?

Há muitas possibilidades e a ideia de reencarnar esbarra por um lado nos conhecimentos atuais da ciência estabelecida e por outro nas religiões e filosofias clássicas.

Não há uma resposta definitiva para a questão, e a cada dia, novas situações, algumas realmente tão esdrúxulas que causam arrepios, vão surgindo.

 

A menina com problemas de aprendizagem

Este é o caso de uma menina que quando ainda estava no jardim de infância, passou um momento difícil com as letrinhas.

O fato é que ela misturava as letras de um modo estranho. Ela trocava B com V e  H com N. A menina teimava que ela estava certa e o mundo, errado. A situação foi tão curiosa que a professora não sabia como essas letras poderiam confundir a criança. A professora chamou a mãe e explicou o caso, fez perguntas, mas nem mesmo a mãe dela sabia porque ela misturava tudo. Então, em uma certa noite, a mãe dela estava “brincando de ler” um livrinho.

“Ela ficava me perguntando o som das letrinhas. Ela não parava de dizer: “Eu não me lembro delas.”  Mostrei-lhe um H e perguntei a ela se  lembrava aquela. Ela balançou a cabeça e disse, com confiança, que sim. Para ela aquela letra fazia o som  de ‘N’.

Ao ver as letras do alfabeto, a menina disse que faltavam letras. A mãe achou aquilo estranho,  e perguntou a ela  o tipo de cartas que ela achava que havia e ela desenhou algumas:

letrinhas “Tem mais do que isso, também” – disse ela.

A mãe assustada, ao se deparar com a filha pequena escrevendo em cirílico perguntou onde ela aprendeu aquelas letrinhas.

– “Vlad me ensinou antes de desaparecer.” – Ela disse, lacônica como toda criança pequena.

A mãe então perguntou a ela  quem era Vlad.

A menina, para espanto da mãe, disse que ele era seu irmão. (nota: a garotinha não tinha irmão) Ela disse que Vlad ensinava ela a escrever. Mas então ele desapareceu.  “E no dia seguinte, um homem veio e matou a nossa família”.

Imagina o susto que essa mãe levou? Como explicar um caso desses?

Atualmente, na Universidade de Virgínia, uma das mais prestigiosas universidades públicas dos Estados Unidos,  pesquisadores da área de saúde mental dedicam-se (já há décadas) a investigar esse estranho fenômeno.  À frente da Divisão de Estudos da Personalidade está o mais famoso pesquisador sobre o assunto, o já octogenário Ian Stevenson. Seus livros e textos em publicações científicas descrevem casos de crianças que se recordariam de vidas passadas e de pessoas com marcas de nascença que teriam sido originadas por cicatrizes de existências anteriores.

Stevenson e sua equipe avaliam casos de reencarnação da forma que consideram a mais acurada possível. Fazem entrevistas, confrontam a versão narrada com documentações, comparam descrições com fatos que só familiares da pessoa morta poderiam saber. Por tudo isso, ele se tornou um dos maiores responsáveis por ajudar a deslocar – ainda que apenas um pouco – o conceito de reencarnação do campo da fé e do misticismo para o campo da ciência.

O professor Jim B. Tucker, da Divisão de Estudos da Personalidade do Departamento de Psiquiatria da Universidade da Virgínia, estuda e atende casos de depressão e outros distúrbios em crianças e adolescentes. Tem especial interesse por casos de crianças que alegam ter lembranças de vidas passadas. Ele mesmo alega ter visto (ao vivo) muitos casos, e tem cerca de 2500 casos já estudados e catalogados de lembranças de outras vidas.
Segundo ele, a mais forte evidência envolve declarações documentadas que alguma criança tenha feito e que se provaram verdadeiras em relação a uma pessoa que viveu a uma distância significativa. O dr. Jünger Keil (pesquisador da Universidade de Tasmânia, na Austrália) investigou um caso na Turquia no qual um garoto deu muitos detalhes sobre um homem que tinha vivido a 850 quilômetros e morrido 50 anos antes de o menino ter nascido.
Como ele poderia saber?

Eis o mistério.

A criança que reconheceu sua família inteira da vida anterior

Um dos casos mais classicos é o de Swarnlata Mishra, uma menina nascida em 1948 de uma rica família da Índia. A história é descrita em um dos livros de Stevenson, Twenty Cases Suggestive of Reincarnation (“Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação”, sem versão brasileira), e se assemelha a outros registrados pelo mundo sobre lembranças reveladoras ocorridas, principalmente, na infância. Mas, ao contrário da maioria, não está relacionado a mortes violentas, confrontos ou traumas.
A história de Swarnlata é simples. Aos 3 anos de idade, viajava com seu pai quando, de repente, apontou uma estrada que levava à cidade de Katni e pediu ao motorista que seguisse por ela até onde estava o que chamou de “minha casa”. Lá, disse, poderiam tomar uma xícara de chá. Katni está localizada a mais de 160 quilômetros da cidade da menina, Pradesh. Logo em seguida, Swarnlata começou a descrever uma série de detalhes sobre sua suposta vida em Katni. Disse que lá seu nome fora Biya Pathak e que tivera dois filhos. Deu detalhes da casa e a localizou no distrito de Zhurkutia. O pai da menina passou a anotar as “memórias” da filha.
Sete anos depois, em 1959, ao ouvir esses relatos, um pesquisador de fenômenos paranormais, o indiano Sri H. N. Banerjee, visitou Katni. Pegou as anotações do pai de Swarnlata e as usou como guia para entrevistar a família Pathak. Tudo o que a menina havia falado sobre Biya (morta em 1939) batia. Até então, nenhuma das duas famílias havia ouvido falar uma da outra.
Naquele mesmo ano, o viúvo de Biya, um de seus filhos e seu irmão mais velho viajaram para a cidade de Chhatarpur, onde Swarnlata morava. Chegaram sem avisar. E, sem revelar suas identidades ou intenções aos moradores da cidade, pediram que nove deles os acompanhassem à casa dos Mishra. Stevenson relata que, imediatamente, a menina reconheceu e pronunciou os nomes dos três visitantes. Ao “irmão”, chamou pelo apelido.
Semanas depois, seu pai a levou para Katni para a casa onde ela dizia ter vivido e morrido. Swarnlata, conta Stevenson, tratou pelo nome cada um dos presentes, parentes e amigos da família. Lembrou-se de episódios domésticos e tratou os filhos de Biya (então na faixa dos 30 anos) com a intimidade de mãe. Swarnlata tinha apenas 11 anos.
As duas famílias se aproximaram e passaram a trocar visitas – aceitando o caso como reencarnação. O próprio Stevenson testemunhou um desses encontros, em 1961. Ao contrário de muitos casos de memórias relatadas como de vidas passadas, as da menina continuaram acompanhando-a na fase adulta – quando Swarnlata já estava casada e formada em Botânica.

Mãe, eu morri!

Uma mãe conta que estava perto de sua filha de 3 ou 4 anos de idade quando ela se virou para a mãe e disse essa frase assustadora.

É estranho isso sair da boca de uma criança. Mais incrível ainda foi a calma com que a mãe se abaixou e pediu para ela explicar direito como ela “morreu”.

A menina disse que suas irmãs e irmãos eram chamados  “Imp” e que ela dormia em uma cama dura e tomava banhos frios, que ela tinha um “pé engraçado” e que ela perdeu Maggie. Ela então passou a dizer:

“Os homens nos levaram para o quarto escuro e fui “bang- bang-bang”. Eu caí e minha cabeça doía, e então eu estava no céu com Nicky”.

A menina tinha memorias confusas, e  não disse muita coisa, exceto que Nicky era seu irmão mais velho. Certamente que o  bang, bang, bang, eram tiros de alguma arma. A mãe conta que hoje a menina já tem 16 anos e ainda fala sobre coisas como estas, mas em seu sono. “Certa vez, ela falou em russo fluentemente”.

Há um interessante documentário que trata deste assunto, que gostaria de dividir com vocês:

É engraçado falar sobre isso, porque me lembro bem claramente de uma quantidade enorme de pesadelos que eu tinha quando era criança, que repetiam quase que como um filme. Eu estava correndo no meio do mato, as coisas acontecem como num jogo de FPS e eu estou com uma arma. Eu estou correndo ouvindo tiros e então eu caio num buraco e a última coisa que vejo antes de acordar são espetos de bambu findo na minha direção.

Eu contei isso para o meu pai quando eu era pequeno e ele foi quem me disse pela primeira vez que o sonho poderia não ser nada além da lembrança da morte de uma outra pessoa, já que esta era uma armadilha comum usada no Vietnã. Eu sei lá se é isso mesmo, mas depois de um tempo, lá pelos meus seis anos os sonhos com o buraco passaram e a vida seguiu normal.

Você conhece ou já teve alguma lembrança de vida passada? Conte aí pra nós. No próximo post sobre este assunto, vamos ver mais alguns casos estranhos e ver um ponto de vista cético para com esses fenômenos tão estranhos.
fonte fonte fonte

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173 Comentários

  1. Anônimo

    Acho esse assunto fascinante e tenho que dizer que comigo e com meu irmão ocorrem coisas que nos faz pensar bastante, tenho uma mancha bem no meio dos seios, e pelo pouco que ja vi de marca de tiro ela é muito parecida, sou espirita e uma vez fui a uma palestra, que falavam de descendência da reencarnação, algo como marcas e doenças que você traz de suas vidas passadas, com certeza quem ja viu filmes de ação conhece aquele zumbido que dá no ouvido quando uma bomba explode não, por diversas vezes me dá no ouvido esquerdo esse mesmo zumbido, meu irmão que nasceu no mesmo dia que eu 10 anos depois de mim, tem o mesmo zumbido no mesmo ouvido, na palestra eu relatei isso e palestrante brincou comigo, dizendo que tinha uma veterana de guerra na sala, até hoje isso me faz pensar.
    E outra coisa, meu irmão tem 14 anos, fez apenas um semestre de Inglês fala fluentemente, assim como eu a unica diferença entre nós dois e que eu NUNCA fiz curso na minha vida so o basico da escola.

  2. Marcos Vinicio Araujo

    É muito bom ver matérias que falam sobre este assunto, acredito eu que todos deveriam dar atenção e observar mais de perto, mesmo que seja por conhecimento cotidiano ou por acreditar. Muitas estorias poderiam aparecer e ajudar a confirmar essa maravilha da encarnação!

  3. Sigueira

    Tenho minhas dúvidas , mas eu acho que fui um serviçal da corte Portuguesa
    porque tenho sonhos servindo reis parecidos com os reis de portugal

  4. Regis Santos

    Esse assunto sem dúvidas é muito fascinante, tenho uma historia para contar a vocês, talvez isso não se encaixe na matéria mas gostaria de compartilhar minha experiência, ás vezes sempre quando estou “ficando” doente(dor de garganta etc) eu tenho um sonho, se trata de um local todo branco, não consigo me ver(meu corpo), parece que estou em um local que parece leite outro mundo, algumas vezes aparece uma mulher de branco me lembro que uma vez apareceu um homem, esse sonho já aconteceu umas 5/4 vezes e sempre é o mesmo sonho com as mesmas características, parece algo sobrenatural não consigo nem descrever direito, parece que no sonho algo vai e vem não um objeto em si mas sim o local, ultimamente não tenho tido esse tipo de sonho mais, porém é muito sinistro.

  5. Claudio

    As vezes durante o dia eu me lembro do nada de sonhos que tive quando eu era criança ,sonhos bons ,e isso acontece com frequência não sei o porque .

  6. Flávia

    Eu nunca acreditei em reencarnação, mas há pouco tempo tenho pensado muito nisso e, depois que comecei a pesquisar, estou acreditando cegamente que eu morri afogada em uma das minhas vidas passadas. Me lembro de que quando eu era menina, eu dizia para a minha mãe que eu não gostava de piscina porque eu morri em uma. Minha mãe sempre foi cética e dizia para que deixasse de falar besteira. Hoje, conversando com meu irmão, ele me disse que se lembra bem de ter passado três semanas acamado, com febre altíssima e tremores fortes. Minha mãe retirava as fezes e urina dele com um balde, porque ele não conseguia nem se mexer. O problema é que perguntamos isso para a minha mãe e ela jura que isso nunca aconteceu.
    Já eu, me lembro perfeitamente de estar nadando em uma piscina, com meu irmão (que não era esse de agora), com algumas pessoas que eu dizia serem meus primos (e não os conheço) e com minha mãe (que não é a minha mãe de agora). Estávamos nos divertindo, até que houve um tremor de terra muito forte e uma das pilastras de sustentação da casa cedeu e caiu em cima de mim, na piscina. Eu desmaiei dentro da água e me afoguei. (tudo isso descobri depois de uma sequência de sonhos onde sempre isso acontecia). Sinceramente, agora acredito em reencarnação.

    1. Mauro Henrique

      Tive um sonho una vez muito real, era soldado alemão e estávamos desmobilizando o nosso bivaque, era em um hospital psiquiátrico na Bulgária ou tchecoslovaquia? Estamos saindo do local em ordem, com os veiculos em fila a noite, muito escura, quando perto da saída avistamos uma coluna inimiga em sentido transversal, os nossos veículos que iam na frente da coluna eram capturados ao inimigo assim eles não perceberam a nossa nacionalidade, a coluna inimiga passa diante de nossos faróis, alguns nos acenam, respondemos com calma e nervosismo ao mesmo tempo. Decidimos o retorno da nossa coluna para sairmos por uma saída que existia por trás do hospital, e de lá pegar outra estrada, eu e minha equipe ficamos para trás num veículo hanomag 25, guarnecendo o portão dessa saída e assim cobrirmos a retaguarda, depois de um tempo, já amanhecendo, seguimos para alcançar a nossa coluna, no caminho encontramos um veículo igual ao nosso com problemas mecânicos, paramos pra ajudar, conversamos com os tripulantes, nesse meio tempo somos rendidos por soldados que saem de trás das árvores, não morro ali, mas sinto que minha vida acabou naquele momento… foi um sonho com muita riqueza de detalhes, falo alemão normalmente no sonho, sendo que sei apenas algumas palavras soltas apenas… nunca me esqueci desse sonho, das minhas roupas, do hospital, dos veículos passando na frente dos nossos faróis, tudo bem muito real.

  7. Gabriel Souza

    olá, li os comentários e percebi que há bastante gente que tiveram lembranças de que eram soldados e eu achei que fosse o único haha. Eu tive uma lembrança a muito tempo atrás quando era criança, não sei ao certo se foi um sonho ou uma visão mas eu lembro que eu era um soldado e pelas roupas era provavelmente na Segunda Guerra Mundial, eu era adulto e estava na rua de chão de paralelepipido e passavam tanques de guerra na minha frente, eu estava adimirando a passagem daqueles tanques e olhava os prédios e se pareciam muito com os da Alemanha ou da antiga União Soviética, eu vestia um uniforme meio esverdiado e depois que os tanques passaram eu comecei a descer a rua segurando uma arma. Infelizmente é só até ai que eu me lembro.
    Além dessa lembrança uma vez eu estava assistindo um filme que retratava a Segunda Guerra Mundial e em uma das partes apareceu um soldado e uma moça em um Café e eles pediram um doce chamado Apfelstrudel e não sei por que eu senti na hora o gosto daquele doce sendo que eu nunca tinha comido, caraparece loucura mas eu senti o gosto na boca e a minha boca encheu d’água hahah… eu tenho um facínio muito grande por guerras principalmente a Primeira e a Segunda, e eu acho que realmente eu fui um soldado em plena guerra.
    Eu tenho algumas marcas de nascença na perna e no rosto e não sei se acabei tomando tiros na guerra mas acho bem provavel haha

  8. Denize

    Tive um sonho muito parecido com um outro sonho que tive na semana passada. E sonhos geralmente marcam a minha vida. Primeiro porque as vezes sonho com “sinais” que acontecem na vida real de pessoas próximas. Segundo porque parece que sonho a mesma coisa várias vezes.Tive 2 sonhos muito parecidos. Sonhei que muinha mãe me deu um tiro na cabeça durante uma discussão enquanto dizia coisas horríveis. Esta noite sonhei que um ladrão deu um tiro no mesmo lugar onde minha mãe teria dado no outro sonho. Em ambos os casos o tiro foi no mesmo lugar e eu tinha certeza que não iria morrer. Na realidade eu e minha mãe temos uma relação difícil. Desde pequena. Sou filha única e ela sempre fica contra a maioria das minhas opiniões e atitudes. Sempre fui uma boa filha, obediente, carinhosa, não saía de casa sem a permissão dos meus pais, não dei trabalho na escola, sempre estudiosa com boas notas e desde pequena quis continuar os estudos e ela foi contra. Insisti e com 21 anos iniciei minha faculdade de pedagogia. Ela nem meu pai fizeram gosto nenhum, nem na formatura foram. Por estes tipos de coisa fico muito chateada. A uns 2 anos atrás sonhava muito com uma criança. Eu a via mas ela não me via. Geralmente lembrava do sonho. Sonhei com ela várias vezes, 2 sonhos parecem ter sido repetidos, na verdade não entendo isso… Passei minha infância e adolescência e tendo estes sonhos e quando contava ninguém acreditava. Depois , há uns 2 anos atrás sonhei com ela dinovo e no mesmo sonho, mas em momentos diferentes minha mãe brigou com meu noivo e ele a jogou em um rio. Eu vi varias cenas e ouvia uma voz. Acordei apavorada e chorando muito. Foi a última vez que sonhei com esta criança. Será que em outra vida morri com um tiro? E esta menina pela qual demostro sentir tanto afeto… seria minha filha em outra vida?

  9. Lucas

    É possível recuperar os documentários dos vídeos que vc postou?

    1. Philipe Kling David

      CAra ás vezes o youtube apaga, isso que é uma merda de depender desses sites externos.

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