Meu nome é segurança

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Meu nome é segurança, mas parece que tem gente por aí que não leu o manual. Ou leu e decidiu que as regras eram apenas sugestões. Dá uma olhada nessa galera que parece estar numa corrida desesperada por um Darwin Awards – aquele prêmio irônico que, como a Wikipedia conta, “honra indivíduos que contribuem para a evolução humana removendo-se do pool genético por meio de atos de estupidez incomparável”. Sério, a criatividade para ignorar o perigo básico chega a ser impressionante.

O que passa na cabeça de uma pessoa que decide usar uma serra tico-tico sem a proteção, segurando a peça com a mão? Ou daquela alma destemida que escala um poste de energia como se fosse um treino funcional? Às vezes eu acho que o instinto de autopreservação simplesmente dá uma pausa para o café. A gente vive num mundo cheio de avisos, manuais, placas de “PERIGO” em amarelo fosforescente, e mesmo assim…

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Onde Foi Parar o Bom Senso?

O curioso é que muitas dessas façanhas acontecem em contextos de trabalho. A pressa, a preguiça de buscar a ferramenta adequada, ou aquela velha crença de “comigo nunca acontece nada” são combustíveis poderosos para a catástrofe. A Organização Internacional do Trabalho tem uns números que dão medo: milhões de acidentes de trabalho acontecem todo ano no mundo, muitos deles evitáveis com medidas simples de segurança. Mas aí o cara acha que sabe mais, que o equipamento de proteção atrapalha, e pronto. Vira estatística.

E não é só no serviço não. Tem a turma do “faça você mesmo” que transforma o quintal de casa num campo minado. Soldar com óculos de sol? Usar uma cadeira de balanço como escada? A gambiarra atinge níveis épicos, e a gente fica aqui, entre o riso nervoso e a vontade de gritar “para com isso, mano!”.

O Efeito Manada da Burrice

Outro ponto bizarro é o efeito de grupo. Uma pessoa faz uma maluquice e sai ilesa. Aí vem outra, acha que é uma boa ideia, e repete o processo, muitas vezes aumentando a dose. É tipo um desafio perigoso das redes sociais, mas na vida real e sem chance de desfazer. A história do Darwin Awards mesmo está cheia de casos assim, de pessoas que tentaram imitar proezas estúpidas vistas em outros lugares. A cópia, nesses casos, é a forma mais sincera de seleção natural.

Eu mesmo já vi cada coisa. Uma vez um conhecido tentou consertar um ventilador ligado na tom

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5 Comentários

  1. Willphill

    Trocentas fotos e só uma mulher. Auto explicável a menor expectativa de vida do homem :v

    1. Leonardo Vieira

      Explica também porque o gênero masculino edificou tudo que temos à nossa volta?

  2. BEZALEL

    Brasileiro é o rei das gambiarras, hehe! Preguiçoso dá jeitinho em tudo! Gosta de dar “sorte pro azar”!

    1. Fernando Pajara

      Gambiarra soa mal…..eu prefiro dizer “método inovador brasileiro “. É mais refinado… Rsrsrsrsr

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