As Patentes misteriosas da Marinha dos EUA: Salvatore Pais e a Engenharia reversa de UFOS

Em 28 de abril de 2016, um engenheiro aeroespacial romeno-americano depositou uma patente que prometia reduzir a massa inercial de uma nave — e possivelmente "alteraria o tecido da realidade". O que aconteceu com essas invenções futuristas?

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No dia 28 de abril de 2016, enquanto o mundo acompanhava as notícias cotidianas, um engenheiro aeroespacial chamado Salvatore Cezar Pais, lotado na Naval Air Station Patuxent River (NAS Pax River), em Maryland, depositou uma patente com um título que parece saído de um filme de ficção científica:

“Craft Using an Inertial Mass Reduction Device” (Nave usando um dispositivo de redução de massa inercial).

Uma das possíveis aplicações descritas? Uma nave híbrida aeroespacial/submarina de alta velocidade capaz de “modificar o tecido da nossa realidade no nível mais fundamental”.

O mais impressionante: a patente foi apoiada pelo Chief Technical Officer (CTO) da Naval Aviation Enterprise, que justificou a aprovação alegando que “os chineses já estariam desenvolvendo tecnologia similar”.
O fato é que essa patente foi concedida em dezembro de 2018 e atribuída à Marinha dos Estados Unidos.

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Mas a história não para por aí.

Quem é Salvatore Pais?

Salvatore Pais é um engenheiro aeroespacial romeno-americano com PhD pela Case Western Reserve University. A partir de 2015, ele começou a depositar, em nome da Marinha (NAVAIR/NAWCAD), uma série de patentes com nomes que soam como o puro suco da tecnologia reversa:

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Salvatore Pais
  • Dispositivo de redução de massa inercial (a mais famosa, que permitiria uma nave praticamente sem inércia, possibilitando acelerações insanas sem esmagar os ocupantes).
  • Gerador de campo eletromagnético de alta energia (uma espécie de “escudo de força” capaz de proteger contra mísseis, asteroides e até erupções solares – um disco voador não pode voar pelo espaço sem isso por causa de ondas massivas de subpartículas).
  • Gerador de ondas gravitacionais de alta frequência. (dispensa comentários)
  • Dispositivo de fusão por compressão de plasma (um reator de fusão compacto, supostamente capaz de gerar energia na casa dos gigawatts ou terawatts — o suficiente para alimentar uma cidade ou  — uma nave espacial, é claro!).

Todas essas invenções giram em torno do que Pais chama de “Pais Effect”: a geração de fluxos extremamente intensos de energia eletromagnética através do movimento controlado de matéria carregada em vibração ou rotação acelerada. Algo que me lembra também o “efeito Hutchinson” onde ondas eletromagnéticas ultra altas causavam reações bizarras no ambiente como coisas saindo voando pelo laboratório do nada.

Como criador de projetos potencialmente inovadores, o Dr. Pais, compreensivelmente, atraiu o escrutínio de internautas e cientistas céticos, mas, como raramente concede entrevistas (em parte devido a pesquisas confidenciais para os militares), ele permanece em grande parte enigmático.

A biografia do autor em um artigo conceitual de 2019 sobre o Dispositivo de Fusão por Compressão de Plasma, publicado no periódico científico IEEE Transactions on Plasma Sciences , fornece algumas pistas. O artigo propõe um dispositivo compacto de fusão por compressão de plasma que busca gerar energia imensa por meio da fusão nuclear e descreve o Dr. Pais como um engenheiro mecânico e aeroespacial que atualmente trabalha para o Programa de Sistemas Estratégicos (SSP) da Marinha, no Departamento de Defesa, em Washington, D.C. De acordo com o site do programa, o SSP é “o principal fornecedor nacional de sistemas de dissuasão estratégica marítimos, seguros e com boa relação custo-benefício, além de tecnologias relacionadas”. O programa trabalha para desenvolver submarinos e armamentos avançados com a missão declarada de “prevenir a guerra nuclear”.

 

A formação acadêmica do Dr. Pais inclui um doutorado pela Case Western Reserve University em Cleveland, Ohio, e suas qualificações anteriores incluem trabalho como pesquisador da NASA, atuação no Centro de Guerra Aérea Naval (NAWCAD) em Maryland, e trabalho como engenheiro geral e analista de conceitos avançados na Northrop Grumman Aerospace Systems, uma das principais empresas mundiais em tecnologias aeroespaciais e de defesa de última geração. 

Segundo a biografia, o Dr. Pais utiliza seu “conhecimento avançado” em aerodinâmica, com especialização em projeto de mísseis e veículos hipersônicos. Seus amplos interesses de pesquisa também abrangem engenharia elétrica, condutividade à temperatura ambiente e novas tecnologias quânticas, com foco em geração de energia a laser e geração de campos eletromagnéticos de alta energia. 

As credenciais do inventor são, sem dúvida, impressionantes. Será que ele criou dispositivos que não apenas desafiam as leis da física e os físicos, mas que também mudarão radicalmente nossas vidas por meio de energia ilimitada e veículos de alta velocidade para todos os meios de transporte? Só o tempo dirá, mas em suas conversas com o The Drive, o Dr. Pais defende suas visões tecnológicas e pede aos céticos que “tentem manter a mente aberta em relação ao meu trabalho”.

 

O apoio da Marinha e o argumento chinês

O que tornou essas patentes especialmente intrigantes foi o respaldo oficial. O Dr. James Sheehy, CTO da Naval Aviation Enterprise, escreveu cartas ao Escritório de Patentes dos EUA (USPTO) defendendo a concessão. Segundo ele, a China estava investindo pesadamente em tecnologias semelhantes, e era melhor que os EUA detivessem a patente do que terem que “pagar para sempre” para usar a tecnologia no futuro.

Isso gerou especulações imediatas: a Marinha estaria realmente desenvolvendo propulsão antigravidade ou manipulação do espaço-tempo? Ou seria algo mais mundano, como apenas inventar uma culpa para um “inimigo” militar para viabilizar logo e garantir patentes com potencial pra si?

Anotações de pesquisadores que trabalharam na avaliação das ideias de Pais indicam que um possível resultado do dispositivo de fusão de plasma e dos altos níveis de energia que ele pode gerar é a “Arma de Modificação do Espaço-Tempo” (SMW, na sigla em inglês). Documentos de pesquisa se referem a ela como uma arma que pode fazer a bomba de hidrogênio parecer uma bombinha de festa junina, em comparação.

Bem  se as patentes de Pais são realmente viáveis, eu não sei, mas o que eu sei é que uma coisa bem estranha aconteceu logo depois que o negócio da engenharia reversa da Marinha caiu na boca do povo da Ufologia, como assunto sendo até debatido em congressos: Elas parecem ter sido abandonadas.

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Entre as outras invenções de Pais com aplicações militares está uma patente para um gerador de campo eletromagnético. Ele poderia criar “um escudo defensivo impenetrável para ativos militares e civis no mar e na terra, bem como no espaço”, que seria usado contra mísseis balísticos e de cruzeiro que evitam radares e outras defesas. O escudo também serviria como barreira contra perigos do espaço, como ejeções de massa coronal e asteroides errantes.

O “Efeito Pais”

As invenções fantásticas concebidas pelo Dr. Pais baseiam-se em grande parte numa ideia que ele denomina “Efeito Pais”. Em suas descrições de patentes e em uma entrevista ao The Drive, ele a descreveu como “a geração de fluxos de energia eletromagnética extremamente altos (e, portanto, altas densidades de energia local) gerados pelo movimento controlado de matéria eletricamente carregada (do estado sólido ao estado de plasma) submetida a vibração acelerada e/ou rotação acelerada, por meio de transientes de aceleração rápidos”. 

Esse efeito equivale à capacidade de girar campos eletromagnéticos para conter uma reação de fusão. Os campos de energia eletromagnética seriam tão poderosos que poderiam “remodelar a estrutura da nossa realidade no nível mais fundamental”, escreve Pais.

Em termos práticos, essa invenção poderia levar a uma verdadeira revolução na propulsão, nas comunicações quânticas e criar uma abundância de energia produzida a baixo custo. Certamente, uma afirmação extraordinária que exige provas extraordinárias, como postula o padrão de Sagan.

As críticas

As afirmações do Dr. Pais atraíram uma boa dose de críticas e incredulidade de outros cientistas. O engenheiro nuclear e pesquisador Carl Willis, que também é supervisor de reator na Universidade do Novo México, chamou o trabalho do Dr. Pais de “um caso clássico de ciência patológica”, repleto de jargões e “afirmações sem sentido”, além de apresentar poucas evidências de que suas ideias, que parecem contradizer a física estabelecida, possam se provar eficazes.

O físico Stephen Webb, da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, foi igualmente direto, afirmando: “Francamente, acho intrigante que as patentes tenham sido concedidas”. Ele chamou as ideias de Pais de “uma maravilhosa lista de desejos de coisas que queremos”, o que “não faz sentido em termos de Física”.

O Dr. Charles Collett, professor de Física no Muhlenberg College, reconheceu que, em teoria, o Efeito Pais pode não ser “absurdo”, mas, na prática, existem “desafios de engenharia significativos” para criar um dispositivo capaz de produzir o tipo de forças eletromagnéticas que o Dr. Pais prevê em suas patentes. 

Julgamentos

Apesar da preocupação justificada com as invenções do Dr. Pais, a Marinha as levou a sério o suficiente para realizar experimentos durante três anos e até mesmo considerou algumas delas “operacionais”, embora a extensão dessa suposta operabilidade esteja em debate. Nos documentos da patente, dois oficiais da Marinha pareciam afirmar a operabilidade das invenções.

Além disso, em correspondência com a coluna “War Zone” do The Drive , Timothy Boulay, da NAWCAD, afirmou que o Gerador de Campo Eletromagnético de Alta Energia de Pais foi, de fato, testado de 2016 a 2019, a um custo de US$ 508.000. A equipe que trabalhou no projeto era composta por pelo menos 10 técnicos e engenheiros e dedicou cerca de 1.600 horas de trabalho. Mas, ao término dos testes, o Efeito Pais “não pôde ser comprovado”, afirmou Boulay.

O que aconteceu posteriormente com o dispositivo testado e as investigações subsequentes ainda é desconhecido. Há indícios, em documentos obtidos pelo WarZone do The Drive por meio da Lei de Liberdade de Informação, de que as invenções poderiam ter sido transferidas para outro departamento de pesquisa da Marinha ou da Força Aérea, ou possivelmente até mesmo para a NASA ou a DARPA, mas não está claro se isso de fato ocorreu.

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O que aconteceu com as patentes?

  • A patente principal de redução de massa inercial (US10144532B2) foi concedida, mas expirou precocemente em 9 de janeiro de 2023 por falta de pagamento das taxas de manutenção.
  • O gerador de campo eletromagnético e o gerador de ondas gravitacionais também expiraram pelo mesmo motivo.
  • A patente do dispositivo de fusão por compressão de plasma foi abandonada.

Até hoje, não existe nenhum protótipo funcional público de nenhuma dessas tecnologias. A Marinha chegou a realizar uma avaliação de três anos (custo marginal de US$ 508 mil, menos do que ela gasta num bimestre com salsichas numa única base, provavelmente) sobre o “Pais Effect” e, segundo relatos, “não encontrou evidências de que ele funcionasse” como descrito.

Será?

O contexto dos encontros com UFOs

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O famoso Guimbal Ufo: Tecnologia reversa?

Os relatos de pilotos da Marinha sobre encontros com objetos não identificados, como o famoso “Tic Tac” de 2004, têm sido amplamente divulgados e agora levantam a hipótese de que essas aparições possam ser experimentos de veículos militares avançados. A semelhança descritiva entre os objetos relatados e os desenhos das patentes de Pais é intrigante, vamos concordar. E claro, isso tudo aí vai no bololô de sempre,  alimentando a especulação de que essas aeronaves possam ser testes de tecnologias eletromagnéticas revolucionárias.

A corrida tecnológica com a China

Como vimos, a tal preocupação com o avanço tecnológico chinês é um eixo central na justificativa da patente. A China tem investido pesadamente em tecnologias de propulsão eletromagnética, incluindo railguns e catapultas de aeronaves, além de veículos de alta velocidade como o “Xingkong-2”. A possibilidade de que a China esteja desenvolvendo veículos semelhantes aos descritos nas patentes da Marinha dos EUA intensifica a corrida armamentista tecnológica entre as duas potências, mas não temos como saber se tem um pezinho no real. Será qe a China tem uma area 51 lá? Eu não duvidaria.

Limitações e desafios da engenharia reversa

Apesar do fascínio que essas patentes geram, a engenharia reversa de tecnologias tão avançadas não é simples. Nem precisa ser muito inteligente para tentender isso. Imagine voltar no tempo e largar um Iphone em 1452? E imagine um cientista desse tempo tentando entender e explicar como o Iphone funciona. E pior, tentando construir outro Iphone só olhando o primeiro…
E olha que estou sendo BEM generoso com o gap tecnológico que pode haver entre nós e os cabeçudos lá fora.
Estudos recentes, como o realizado por Karim Daghbouche da Universidade Cornell, indicam que a engenharia reversa de OVNIs é um problema computacionalmente intratável, mesmo com os dados e materiais disponíveis atualmente. A ausência de um arcabouço teórico e a complexidade dos sistemas envolvidos tornam improvável a reconstrução completa dessas tecnologias apenas a partir de observações fragmentadas. E ainda tem isso, muito do material que os humanos dispõe para estudo são fragmentos de naves que explodiram, pedaços de naves detonadas e tal. Mas segundo pessoas como nosso queridão Bob Lazar, eles tem naves inteirinhas e funcionando também. Mas mesmo assim, é o problema do Iphone em 1452.

Resumindo os problemas

  • Complexidade Computacional: A engenharia reversa de sistemas tão complexos exigoria recursos computacionais que vão além das capacidades atuais.

  • Falta de Teoria: A ausência de uma teoria abrangente que explique os fenômenos observados dificulta a modelagem e a compreensão dos mecanismos internos. Talvez nem tenhamos dominado a Física necessária nem a compreensão correta do que é tempo-espaço-hiperespaço-multidimensional

  • Materiais e Tecnologias Desconhecidos: A possibilidade de materiais isotopicamente construídos ou sistemas de propulsão não convencionais torna a engenharia reversa ainda mais desafiadora.

Implicações e perspectivas?

A publicação dessas patentes e a possibilidade de engenharia reversa de UFOs têm implicações significativas para a segurança nacional e a política de transparência governamental. A divulgação cuidadosa das informações sobre os encontros com UFOs pode ser parte de uma estratégia de comunicação para sinalizar a capacidade tecnológica dos EUA e dissuadir potenciais adversários. Apesar do fato de que os caras dos EUA se acham o umbigo do mundo e que tudo gira em torno deles, o problema Ufo está aí desde antes da descoberta da América. è uma questão complexa e também confusa. Se os sistemas militares podem tirar proveito disso de alguma forma com contrainteligência? A resposta é sem dúvida, mas isso não invalida o problema real, só coloca mais um molho por cima. E com bastante queijo!

O que vem por aí?

  • Desenvolvimento de Propulsão Eletromagnética: A continuidade dos investimentos em propulsão eletromagnética pode levar ao desenvolvimento de veículos capazes de operar em múltiplos meios com eficiência sem precedentes.

  • Exploração Espacial: A tecnologia descrita nas patentes poderia permitir viagens interestelares, abrindo novas fronteiras para a exploração espacial e um caminho para nos perpetuarmos, já que é fato que a Terra está com os seus dias contados (bem como nosso sistema solar).

  • Segurança e Controle: A possibilidade de que essas tecnologias sejam usadas em contextos militares levanta questões sobre o controle e a regulamentação de armas de propulsão avançada.

Teorias?

O caso Pais gerou três principais interpretações:

  1. Tecnologia legítima, mas classificada — A Marinha estaria testando em segredo e deixou as patentes expirarem de propósito (ou por burocracia). Patentes são documentos públicos, então tecnologias realmente sensíveis muitas vezes ficam em “patentes secretas”. POde ser que o tema da pesquisa apenas “imergiu” para o mundo delicioso das patentes secretas e esse treco véio e pôdi foi abandonado.
  2. Desinformação estratégica — As patentes seriam uma forma de fazer a China e a Rússia gastarem recursos tentando replicar algo que não funciona (ou que funciona por outro motivo). Ao mesmo tempo, sinalizaria aos adversários que os EUA estão anos-luz à frente em propulsão exótica. Acho incrivelmente viável isso e também parece ser o caso do famoso video da autopsia do ET da Russia (não confunda com as putaiada do Ray Santilli).
  3. Parte de um programa maior de UAPs — NAS Patuxent River é mencionada em relatos e alegações recentes como possível local de armazenamento de materiais ou veículos de “origem desconhecida” desde os anos 1950. Alguns “gargantas profundas”, como Luis Elizondo, citaram a base como tendo hangares projetados para transferência de “materiais exóticos”. As patentes de Pais poderiam ser tentativas de “legitimar” ou proteger tecnologia de origem na engenharia reversa de OVNIS capturados pelo Tio Sam (que ja foi assumido que existem).

Nenhuma dessas hipóteses tem uma prova conclusiva. O próprio Pais, em entrevistas raras, defendeu suas ideias como reais e disse atuar por “dever patriótico”, sem royalties. Ah tá. Com certeza, hahahaha.

Conclusão: O que isso nos diz sobre o futuro da tecnologia?

O caso Salvatore Pais é fascinante porque mistura ciência de ponta, segredo militar, especulação sobre UAPs e a velha pergunta: até onde a física conhecida realmente limita o que é possível?

Se alguma dessas tecnologias fosse real, mudaria completamente aviação, energia e logocamnete, a guerra — da propulsão sem inércia à fusão compacta ilimitada. O fato de terem sido depositadas oficialmente pela Marinha, apoiadas por altos oficiais e depois largadas ao esquecimento (pelo menos no sistema de patentes público) só aumenta o mistério.

Agora veja que curioso, Salvatore trabalhava na base aérea de Pax River. Geograficamente, a Estação Aeronaval de Patuxent River está localizada na costa leste dos EUA, entre a Virgínia e Nova Jersey — áreas que também atraíram atenção após relatos de grandes incursões de drones em 2023 e 2024.  Pax River abriga a sede do Comando de Sistemas Aéreos Navais (NAVAIR) e é um importante centro de pesquisa, desenvolvimento, teste e avaliação da aviação naval.
Não só isso, já se sabe e se tornou até oficial que nessa base tem um UFO obtido nos anos 50!

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Entre os contratados associados aos programas da NAVAIR,  lá incluem-se a Lockheed Martin e a MITRE Corporation, e a Skunkworks  (empresa daquele cara que disse ao final de uma palestra “Agora temos a tecnologia para levar o ET de volta pra casa”). 

Essas empresas operam no Centros de Pesquisa e Desenvolvimento financiados pelo governo federal, os quais prestam apoio ao governo dos EUA em funções consultivas e técnicas.

O ex-diretor do programa de Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAP, na sigla em inglês) do Pentágono, o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (AATIP, na sigla em inglês), Luis Elizondo, também incluiu a Pax River em um conjunto mais amplo de supostos locais relacionados a veículos recuperados de “potencial origem não humana”. 

Em depoimento escrito ao Congresso, Elizondo alegou ainda que um hangar na base foi projetado para facilitar o transporte futuro de materiais por via aérea e fluvial. Essa transferência de materiais, que acabou nunca acontecendo, foi bloqueada pela CIA, de acordo com Elizondo. 

O site Liberation Times entende que a Diretoria de Ciência e Tecnologia da CIA é a detentora original dos materiais em questão, que se acredita terem sido recuperados já na década de 1950. O Liberation Times apurou que, devido às dificuldades de recrutamento na área de engenharia, James Ryder, então vice-presidente da Lockheed Martin Space Systems, propôs a transferência dos materiais para uma organização externa, a fim de impulsionar avanços tecnológicos. Mas deu ruim. Qaundo os esforços falharam, os indivíduos envolvidos teriam buscado uma rota alternativa em 2011, ajudando a estabelecer um Programa de Acesso Especial Prospectivo (PSAP, na sigla em inglês) dentro do Departamento de Segurança Interna como outro mecanismo para viabilizar a transferência. Essa iniciativa também não prosseguiu, pelo que se sabe. Em declarações ao Liberation Times, diversas fontes afirmaram que esses esforços de transferência de material foram bloqueados pelo ex-diretor de Ciência e Tecnologia da CIA, Glenn Gaffney, quando ele ocupava o cargo.

Enquanto isso, o mundo continua vendo relatos de drones misteriosos e UAPs perto de bases navais e instalações sensíveis, não só nso EUA mas no mundo todo.
Seria só coincidência? Eu duvido. Prefiro acreditar que a corrida tecnológica pelo “próximo nível” já está acontecendo nos bastidores e há MUITO TEMPO.

E agora há novidades estranhas no negócio, pois existem cientistas envolovidos morrendo de formas suspeitas. Mas isso já é tema para um outro post! Até lá!

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