O fenômeno “Target”: Nos limites da paranoia

Target são como as pessoas perseguidas se chamam. Mas perseguidas por quem? Aqui é que está o mistério!

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Na faculdade tive muitas disciplinas legais, mas com certeza absoluta uma das que eu mais desfrutei foi a psicopatologia.  A mente humana, meu amigo, é uma coisa impressionante. Quando você acha que não tem como ser mais estranho, sempre vai aparecer uma psicopatologia para deixar qualquer um boladão. E isso é do que eu realmente gosto no assunto. No entanto, eu nunca tive vontade de trabalhar diretamente com as pessoas com esses problemas, porque minha empatia me faz sofrer ao ver pessoas em estado deplorável devido a essas condições psíquicas desfavoráveis.
Lembro quando meu professor nos deu uma aula sobre as paranoias, delírios persecutórios e coisas do tipo. A paranoia, apesar de ser uma grande e solene merda para os parentes de quem sofre com isso ou qualquer um ao redor, é um prato cheio para roteiristas e escritores, porque muitas boas obras derivam do estado de paranoia.

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Invasores de corpos – Uma das grandes obras primas do cinema de paranoia

 

E talvez um aspecto que seja mais interessante na paranoia é que ela em alguns casos pode se tornar transmissível! Existem casos de famílias inteiras que subiram num delírio paranoico coletivo, acreditando que estavam sendo vítimas de gente poderosa, governos, aliens, nazistas, espíritos, demônios e (escolha o vilão que preferir para botar aqui).

Talvez seja este o caso do que vou abordar nesse post. Um fenômeno que vai gradualmente se alastrando nos EUA, chamado “target”.   Vamos entender do que se trata o bagulho:

Gang Stalking – Um fenômeno da psicopatologia ou algo real?

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Quem lê o mundo Gump está careca de saber que no universo das teorias conspiratórias e das influências ocultas, existem diversos mistérios, e recentemente nos EUA tem ganhado destaque um caso intrigante: indivíduos que dizem ser vigiados por entidades malévolas com intenções desconhecidas.

Essas forças sombrias acompanham suas rotinas, arruinando suas existências aos poucos e gerando sofrimento crescente. Chamado de “gang stalking” pelos entusiastas de conspirações, esse movimento recente atinge quem se sente visado por poderes nefastos, muitas vezes ligados ao governo, que invadem empregos, lares e relações pessoais, monitorando-os 24 horas por dia em ações coordenadas de múltiplos agentes.

Características do Fenômeno

O gang stalking é visto como uma tática de terror psicológico que pode durar anos, usando vigilância eletrônica, carros de perseguição, espionagem discreta e manipulações para isolar as vítimas de empregos, famílias e amigos. As pessoas que se encontram na desgraçada situação se autointitulam “Target” – que traduzindo ao pé da letra são apenas “alvos”. A coisa é assim, meio sem motivo, meio sem pé nem cabeça:  Eles descrevem ocorrências bizarras, como estranhos se aproximando para murmurar códigos indecifráveis pra eles, veículos ou helicópteros pretos sem placas os seguindo, minúsculos dispositivos em roupas ou móveis, interrupções em rádios/TVs com sinais hipnóticos, “vozes na cabeça” por radiação de baixa frequência, armas de invisibilidade, controle mental e até mesmo encontrar drones camuflados como aves.

Relatos Pessoais

Na internet americana, especialmente no Reddit, histórias abundam. Um exemplo recente:

“Cheguei em casa, mas estou apavorada. Caminhando sozinha, vi um pássaro me fitando numa árvore. Ignorei, mas outro veio atrás. Eram sempre os mesmos dois, identificáveis por manchas cinzentas nas costas — nada natural. Fotografei-os. Um largou um objeto preto no chão; o outro o pegou e fugiu! Agora eles rondam minha janela. Não saio mais.”

Outros mencionam animais “controlados” por implantes ou lasers: pássaros batendo em janelas, gatos programados, cães latindo incessantemente ou patos sobrevoando.

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Um spy fake bird

Teorias Envolvidas

As narrativas incluem lavagem cerebral, implantes forçados, assassinos hipnotizados, robôs substitutos, fantasmas ou ETs. Perseguidores seriam vizinhos, chefes, policiais ou maçons/Illuminati, motivados por experimentos governamentais, vinganças ou silenciamento de ativistas. Curiosamente, muitos “Targets” são profissionais qualificados: médicos, advogados, engenheiros, e não os estereótipos de paranóicos que o cinema nos habituou a considerar.

Eles se reúnem online, trocando “provas” como vídeos de tiroteios manipulados ou baratas espiãs, alimentando um ciclo de medo mútuo, que vai sendo reverberado numa paranoia coletiva.

Visões Científicas

Especialistas como a Dra. Lorraine Sheridan veem isso como um caso de delírio coletivo amplificado pela internet:

“Não há vozes contrárias nessas bolhas online, só reforço.”

Joe Pierre, em Psychology Today, nota que a web facilita encontrar eco para crenças extremas, impedindo tratamento psicológico. Mas autores como Ned Beauman sugerem uma busca estética por “ordens ocultas” no caos moderno, ecoando escritores como Pynchon ou DeLillo.

Vozes Defensoras

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O Dr. John Hall, médico e autor de “A New Breed: Satellite Terrorism in America”, coletou milhares de relatos idênticos em todo os EUA e disse no programa  Coast to Coast AM:

“Provavelmente recebi cerca de З.000 ou 4.000 (!) cartas de pessoas dizendo: ‘Isso está acontecendo comigo neste estado’, ‘Isso está acontecendo comigo na Flórida’, ‘Isso está acontecendo comigo na Califórnia’. As semelhanças entre os casos sugeriam uma campanha nacional. Se os psiquiatras quiserem dizer que é esquizofrenia ou transtorno delirante, tudo bem, mas todas essas vítimas têm essencialmente a mesma história.”

Muitos Targets insistem na própria sanidade, destacando padrões consistentes entre perfis racionais. Resta o mistério: delírio ou realidade? Quem seriam esses vigilantes invisíveis? O fenômeno persiste, desafiando explicações simples.

Motivações

Os motivos pelos quais certas pessoas se tornam targets também variam, incluindo experimentos secretos do governo, o desejo de extrair delas alguma informação especial, algum tipo de retaliação por supostas transgressões, serem silenciadas devido ao ativismo político ou possuírem algum conhecimento secreto.  Ou ainda pior: Grupos secretos governamentais pensam que a pessoa pode saber algo importante ou confidencial e ela nem tem ciência do que poderia ser.
Em alguns desses casos, há organizações secretas do governo por trás de tudo, enquanto outros pensam que se trata de algum tipo de sociedade obscura como os Maçons ou os Illuminati, e outros ainda acreditam que é obra de extraterrestres.

O mais notável em tudo isso é que aqueles que passaram a se considerar “Alvos” não são os excêntricos, desgrenhados, paranoicos e esquizofrênicos que se poderia esperar, mas sim pessoas altamente instruídas, incluindo professores, policiais, advogados, médicos, soldados, artistas, engenheiros e uma série de outros profissionais qualificados. Como muitos desses “Alvos Pretendidos” acreditam que os outros pensarão que eles estão loucos ou que pessoas próximas a eles estão “envolvidas nisso”, eles tendem a discutir tudo isso onde podem encontrar pessoas com ideias semelhantes – online, criando várias salas de bate-papo e grupos em mídias sociais, compartilhando histórias e postando vídeos no YouTube, muitas vezes apoiados por “evidências” que soam muito convincentes e histórias de casos de uso de tecnologia de controle mental pelo governo.

 

A terra da maluquice

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Welcome!

A sociedade norte-americana virou um experimento a céu aberto de paranoia coletiva, e não foi por acaso: décadas de televisão e internet obcecadas por audiência mastigaram medo, escândalo e segredos de Estado até transformar tudo em combustível para teorias da conspiração. Quando você soma conspirações reais, zonas cinzentas do poder e um arsenal nuclear nas mãos de líderes erráticos, o resultado é um caldo cultural perfeito para surtos coletivos. Onde mais teorias conspiratórias poderiam vicejar se não num país onde o presidente teve a cabeça explodida por um tiro diante de câmeras e milhares de pessoas? A morte de JFK é um caso meio mal explicado até os dias de hoje.

Mídia, medo e a indústria da paranoia

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Desde a Guerra Fria, o medo é um ótimo negócio: da “ameaça vermelha” aos terroristas, passando por pandemias e crime urbano, a mídia americana aprendeu que nada prende tanto a atenção quanto a sensação de que “algo terrível está sendo escondido de você”.  Quase todas as manchetes vem numa pegada “vem merda grande aí, hein!” – E o que é pior, talvez de fato venha mesmo!
Na era dos cliques, o algoritmo faz o resto: vídeos e posts sobre segredos do governo, cultos bizarros e elites pedófilas viralizam muito mais do que qualquer notícia burocrática, por motivos óbvios! Um culto de milionários depravados canibais pedófilos numa ilha é irresistível!
Aos poucos, fatos, boatos e ficção se misturam numa mesma sopa de narrativas, e o que vemos agora é a população em choque, vivendo num mundo onde tudo é possível  – e onde tudo pode ser uma trama oculta. O mais louco é que antes, qualquer ideia mais ou menos assim seria fortemente ridicularizada, mas agora estamos vendo o lado mais bizarro dos Estados Unidos da América no noticiário na hora do jantar! A verdade nojenta foi esfregada na cara de todos, especialmente dos céticos! Mas o que eu penso que talvez ainda seja pior, é a sensação de certeza certezíssima, que ainda estamos na ponta desse Iceberg de merda.

CIA, a vilã oficial

O delírio muitas vezes chega a raias da piada. Lembro quando uma muito famosa ufologa me acuosu de EU ser um agente da CIA.
Bem,  eu até entendo, hoje basta você estar puto com alguém para logo acusá-lo de ser da CIA, já que as alcunhas “nazistas” estão muito usados e ficaram démodé.
O problema é que parte dessa desconfiança não nasceu do nada. Programas como o MK-ULTRA, em que a CIA testou drogas e técnicas de controle mental em pessoas muitas vezes sem consentimento, são hoje fatos documentados em relatórios oficiais, depois de anos de segredo e destruição de arquivos. Operações de vigilância interna como COINTELPRO e o uso de “frentes” para manipular opinião pública mostraram que o Estado estava, sim, disposto a atravessar qualquer limite em nome da “segurança nacional”. Quando o próprio governo admite ter mentido, dopado, espionado e manipulado sua população, o terreno fica fértil para que qualquer nova história, por mais absurda, pareça apenas “mais um capítulo” do mesmo filme. Eu mesmo ja fiz um post aqui elencando uma porrada de casos de conspiração da CIA que são reais. O que pouco se fala é que além da CIA existem varias outras camadas de órgãos pouco conhecidos de investigação e sabe-se lá mais o que eles fazem. E isso sem nem citar o problema sério das Milícias Privadas, hein?

O choque Epstein – Filme de terror ao vivo na CNN

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Décadas depois, o caso Jeffrey Epstein reacendeu o mito da “elite intocável” com uma força brutal: um financista com contatos nas altas esferas, condenado por crimes sexuais contra menores, morre sob custódia em circunstâncias que muita gente considera suspeitas, enquanto milhões de páginas de documentos são liberadas aos poucos, pesadamente censuradas. Os tais Epstein Files incluem rascunhos de acusações, registros de contatos e fotos que ligam o nome dele a figuras poderosas, enquanto o próprio Departamento de Justiça admite que, apesar de toneladas de material, não seguirá com novas acusações. Ora, ora que curioso…
Para parte da opinião pública, isso soa menos como justiça e mais como proteção de algum “círculo fechado”, reforçando a ideia de que existe, sim, um “andar de cima” que faz o que quer, com quem quer, e nunca paga a conta. E se há o andar de cima, talvez exista ainda a “cobertura” acima dos caras do andar de cima, o que nos leva a:

UFOs, segredos militares e mortos incômodos

É difícil evitar o assunto Ufos/OVNIS/UAP ou qualquer sigla da moda quando se trata de segredo e conspiração nos EUA. Eles investigam o assunto, eles tem MILHÕES de arquivos sobre isso, em diversas agências governamentais. Até departamentos no Pentágono só do assunto existe.
Nesse cenário, histórias de ufólogos perseguidos caem como luva.  Já falei pra você aqui de figuras como Phil Schneider, que dizia ter trabalhado em bases subterrâneas secretas e enfrentado entidades não humanas, teve seu braço destroçado num confronto e depois morreu de forma oficialmente tratada como suicídio, mas cercada de detalhes estranhos, como marcas no pescoço e o sumiço de documentos, fotos e materiais de pesquisa após sua morte.
Quando relatos mencionam tiros contra carros de denunciantes, ameaças veladas e desaparecimento de evidências, o imaginário popular conecta tudo a uma narrativa de “limpeza de arquivos humanos” para calar quem viu demais.  Bem, é dificil não pensar nisso na medida que todo o trailer foi revirado centenas de pastas de material roubado da cena do crime, além do fato que ele disse pessoalmente e com todas as letras: “Se eu aparecer suicidado saibam que me mataram!”
O pior é que nem é só ele, tem varias mortes suspeitas. Tipo essa.
Em paralelo, o histórico de programas militares secretos e testes com tecnologia avançada se mistura com avistamentos estranhos, como aquela onda de drones que fechou espaço aéreo, colocou o governo estadual de Nova Jersey brigando com o federal, e milhares de pessoas viram coisas estranhas sobrevoando a cidade. (aliás, essa parada ainda ta rolando la até hoje!) e tudo isso vai alimentando a sensação de que o governo sabe muito mais sobre o desconhecido do que admite. Pra mim, um fato coroa tudo isso:

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O Barack Obama, o ex-presidente, vai na TV e fala: “Aliens existem, mas não tem naves na Area 51, ou pelo menos é isso que me disseram.”

Cientistas mortos e o peso do sigilo

Durante a era Reagan, o programa “Guerra nas Estrelas” colocou centenas de cientistas em projetos de defesa futuristas, envolvendo lasers, satélites e mísseis de resposta nuclear em tempo real. Em um discurso lembrado até hoje Reagan foi na ONU e citou uma ameaça civilizatória extraterrestre, como elemento catalisador de uma paz na Guerra Fria.
Curiosamente, nos anos seguintes, mortes inesperadas de cientistas ligados ao complexo militar-industrial — suicídios, acidentes, circunstâncias obscuras — foram sendo catalogadas por entusiastas, que enxergam nisso um estranho “padrão de queima de arquivo” em vez de simples estatística. Mesmo quando não há prova concreta de assassinato, o histórico de sigilo extremo, contratos de confidencialidade e a impossibilidade de escrutínio público transformam qualquer obituário em potencial peça de um quebra-cabeça conspiratório.

Gary Mckinnon, o hacker
Gary McKinnon : “Oficiais Não Terrestres”

Quando o Hacker Inglês Gary Mckinnon conseguiu acessar documentos militares sigilosos que tinham planilhas citando embarcações com nomes não existentes (lembre- “Ship” é Navio e também é NAVE) e “Oficiais Não Terrestres” além de uma fotografia de um puta ovni gigante, a coisa fica mais estranha ainda. Mas para piorar o Governo dos EUA deu a maior bandeira de todas que podia ao mover céus e terras para tentar pegar o Mckinnon e levá-lo preso como terrorista.
McKinnon é acusado de ter acessado ilegalmente e danificado* 53 computadores do exército americano, da aeronáutica, do Pentágono e da Agência Espacial Americana (Nasa) entre fevereiro de 2001 e março de 2002. Perseguido em 14 Estados americanos, por oito acusações, “McKinnon é acusado de ter cometido o maior ato de pirataria em informática de todos os tempos”, disse o promotor do Estado da Virgínia, Paul McNulty.
Nenhuma palavra sobre espaçonaves e “Oficiais Não Terrestres” foi dada na ocasião.  Bem, se um programa espacial completamente secreto e separado do que podemos saber pode soar tão doideira que você se recusa e engolir, espere só até chegarmos no proximo ponto da maluquice dos EUA:

Igrejas estranhas, seitas letais e a religião como arma

A religiosidade também entra no pacote. A Cientologia que viceja lá, (e agora vem sendo exportada para outros países) é frequentemente acusada por ex-membros de usar técnicas agressivas de pressão psicológica, monitoramento, campanhas de difamação contra seus dissidentes, além do clássico  controle financeiro e familiar, num esquema que mistura igreja, empresa e máquina de intimidação. Casos como a seita de Charles Manson mostram que grupos religiosos ou pseudorreligiosos podem, de fato, organizar assassinatos ritualizados e crimes brutais em nome de visões distorcidas de “missão” espiritual. Quando se vê desde megaigrejas com práticas opacas até pequenos cultos apocalípticos, o cidadão médio começa a sentir que qualquer comunidade aparentemente inofensiva pode esconder uma engrenagem sombria. Poucos foram os que souberal explorar esse medo com tamanha verve quanto Stephen King.  Aliás, a realidade hoje parece um livro do King, a quatro mãos com Tom Clancy e palpites do Dan Brown.Mas espere aí… Este poste sta ficando enorme, mas sem falar nas seitas mais totozinhas do juízo eu não vou dar este post por acabado. 

Os clubes fechados, rituais bizarros e o macabro teatro do poder

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O culto do Bohemian Grove é tão bizarro que parece ter saído de um filme nos anos 80

Aqui chegamos no filé mignon da doideira. Organizações como a Skull and Bones, em Yale, e encontros como os do Bohemian Club/Bohemian Grove alimentam, há décadas, a imaginação conspiratória: rituais estranhos, fogueiras, simbologia esotérica e, sobretudo, a presença de banqueiros, políticos, juízes e magnatas em ambientes onde nada é registrado oficialmente. Lembre-se a gente achava que era só uma colonia de ferias um “Rotary Club da brotheragem”, mas agora, depois da Ilha da fantasia, a coisa ficou mais macabra, mano.
Reportagens e investigações mostram que presidentes, diretores de inteligência e até CEOs participam de “retiros” em que se discutem… A GENTE NÃO SABE O QUÊ!  Pode ser política, estratégia e negócios… em total sigilo, sob a proteção de “tradições” exclusivas.

Para quem assiste tudo de fora, isso parece menos um clube social e mais o “conselho secreto” que decide os rumos do mundo com copos de uísque na mão.

Desaparecimentos

Em paralelo, a vastidão do interior americano, especialmente no meio-oeste, funciona como palco ideal para histórias de desaparecimentos misteriosos: rodovias intermináveis, pequenas cidades em declínio, comunidades isoladas e uma relação tensa com polícia e autoridades. Em muitos casos, sumiços reais, investigações mal feitas e famílias sem resposta são absorvidos por fóruns online que conectam casos distintos, criando a impressão de uma rede oculta de sequestros, tráfico ou rituais. Sinceramente eu não duvido de nada.
Mesmo sem uma “conspiração central” comprovada, a sensação de que pessoas podem desaparecer sem deixar rastros num país tão rico, tão tecnológico, reforça a ideia de que alguém pode estar se beneficiando do caos. Mas fora tudo isso, vamos nos descolar dessa merda toda por um minuto. Respira.
Respirou? Pois bem, fora essa merda toda aí, ainda tem um negócio que não dá, mano. É intragável e ele se chama a insegurança da segurança.

Um arsenal gigantesco nas mãos de gente instável

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Os EUA são um país de cagões, que de maneira absolutamente esquisita, arruma treta com Deus e o mundo. Como eles são treteiros, eles arrumam muitos inimigos. E claro historiacamnete e coisa e tal, entendemos como eles conseguiram ficar sentados num arsenal capaz de mandar boa parte da vida do planeta de Vasco. O que esperar de uma galera que explodiu bomba atômica em cima dos próprios militares para ver o que dava?
Tudo isso acontece num país agora em crise, com sérios problemas financeiros, mas ainda com o maior orçamento militar do planeta, capacidades de vigilância global e histórico comprovado de operações clandestinas e intervenções externas.

Ao mesmo tempo, ciclos eleitorais recentes e um sistema eleitoral que a gente precisa fazer uma pós-graduação para tentar entender a maluquice do funcionamento, trouxeram à Casa Branca e ao Congresso figuras marcadas por discursos agressivos.
Idôneas ou não, as eleições levaram ao poder um cara impulsivo e pouco comprometido com fatos verificáveis, o que aumenta a impressão de que o botão nuclear e as máquinas de guerra estão bem ali, nas mãos de líderes emocionalmente instáveis.

Sim, estou falando do laranjão com cabelinho de laquê – Sujeito que muitos especialitas acreditam que está em franco nesequilíbrio degenerativo neurologico.
Mas não é só ele. O cara tem toda uma entourage que o cerca que podem ser – não duvido nem um pouco – ainda PIORES que esse pulha.
Para o cidadão comum, a mensagem implícita é: se essas pessoas controlam armas, espiões e dinheiro ilimitado, qualquer coisa — de lavagem cerebral a seitas satânicas em bunkers — parece subitamente plausível.

O ambiente perfeito para o surto coletivo

Agora para fechar, pq estou cansado, hehehe. Quando você junta:

  • um histórico real de programas secretos e abusos (MK-ULTRA, COINTELPRO etc.),

  • casos documentados de crimes cometidos por elites (como Epstein),

  • seitas violentas e igrejas psicológica ou financeiramente opressivas,

  • clubes exclusivos repletos de símbolos e rituais,

  • desaparecimentos mal explicados,

  • e uma mídia que transforma medo em produto,

você cria um ecossistema em que qualquer teoria conspiratória pode ser viável, Mané!

Não é só que as pessoas acreditam em histórias estranhas; é que o próprio país, com seu passado e sua estrutura de poder, dá motivos suficientes para que ninguém confie plenamente na versão oficial dos fatos.

Os Estados Unidos do espetáculo e da guerra acaba se tornando também a terra da suspeita permanente — um lugar onde o medo deixa de ser exceção e vira modo de vida.
Enquanto isso o iceberg de merda segue à deriva, pronto para expor mais e mais segredos ocultos no abismo do desconhecido.

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2 Comentários

  1. André Cappela

    Tem algumas suposições de que a ideia é borrar os limites entre o real e o fantasioso. Quando você mostra casos reais que são muito bizarros – como os do Epstein – você transmite a mensagem: “tá vendo como a vida real pode ser doida?”

    E então vc pode mostrar qualquer outro tipo de absurdos, falsos e reais, nós não saberemos qual é qual. Com advento de fotos e vídeos de IA de alto padrão então, a ideia de provas materiais também se torna subjetiva.

    Criaram uma realidade em que temos muita dificuldade de saber, com certeza, o que é real e o que é fabricado pra nos manipular.

    Espero que as ogivas caiam logo e extinguam a espécie humana. Não tenho esperança nenhuma nela.

  2. Joao Jorgetto

    O mais legal é como os elementos se misturam. Por exemplo, as PsYOps americanas, principalmente no Vietnã, eram absurdamente efetivas. E quem era mesmo o especialista por trás de boa parte das ações militares?

    Michael A. Aquino Jr., do exército americano. Mas ele é mais conhecido por ser também um dos maiores satanistas do mundo, com uma ampla gama de produções temáticas sobre o assunto.

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