O Everest ergue-se imponente acima da cadeia de montanhas do Himalaia, elevando-se a 8.850 metros. O silêncio só é cortado pelo rufar dos fortes ventos que atingem a montanha. Impávida, a enorme rocha é testemunha de incontáveis exploradores, que na tentativa de domar seus mistérios e desafios, pereceram na jornada. Eles não encontraram a glória. Alguns nem mesmo encontraram o cume. Mas todos os que ali jazem, encontraram a face fria e congelante da morte.
Não sei se você sabe, mas o apelido local do Everest, é “a montanha da morte”. Não por acaso, um em cada dez alpinistas que tentaram atingir o cume, morreram.
Localizado entre as placas tectônicas Indiana e Eurasiática e formado há 30 milhões de anos, o Monte Everest cresce 4 milímetros por ano. Ele foi identificado pelo procurador-geral da Coroa Britânica na Índia, Sir George Everest, em 1856. O cume, localizado na cordilheira do Himalaia, possui 60 milhões de anos.
Os nepaleses que vivem ao sul do Monte Everest o chamavam de Sagarmatha, que pode ser traduzido como “deusa do céu” ou “testa do céu”. Os tibetanos que vivem ao norte da montanha a chamam de Chomolungma ou “deusa-mãe do mundo”.
Durante muito tempo, o povo sherpa, nativo da região, teve receio de escalar a encosta da montanha porque acreditava que ela era a morada dos deuses. Com a chegada dos estrangeiros no início do século XX, porém, eles passaram a trabalhar como guias de expedição, principalmente nas realizadas no período do entre-guerras. Eles se oferecem para carregar a bagagem dos turistas. Justamente por viver em grandes altitudes, a população se adaptou ao ar rarefeito. Se um alpinista consome em média 3 litros de oxigênio engarrafado por minuto, um sherpa utiliza apenas 1 litro. Hoje, há cerca de 70 mil sherpas no Himalaia.

Por 10.000 dólares, é possível contratar dois sherpas para carregar toda a bagagem necessária para uma expedição. O turista leva apenas uma garrafinha de água, um cilindro de oxigênio e o lanche. A partir dos 8.000 metros, os sherpas não são obrigados a seguir em frente. Mas com um “bônus” de 500 dólares, eles podem acompanhar o cliente.
“Os sherpas se acostumaram a fazer tudo por dinheiro e, assim, fica mais difícil alguém ajudar outra pessoa por pura compaixão”, diz o escalador Waldemar Niclevicz. Aos sherpas recai também a tarefa de resgatar quem ficou para trás na montanha – desde que, para isso, sejam bem pagos.
O tempo tornou os sherpas verdadeiros capitalistas selvagens. Entre seus pares locais, eles são milionários. Isso porque ganham em media 5000 dólares num mês, quando no país a renda per capita é de 250 dólares.
Ao optar por subir o monte Everest, o alpinista sabe que está diante de uma decisão definitiva. Isso porque tem uma boa chance dele não voltar.
As subidas são muito raramente tentadas fora de uma janela muito curta entre maio e junho, quando as condições estão propensas, com uma temperatura média de -27 graus, e ventos de só 50 mph. Mas a montanha é tão alta que o topo realmente penetra na estratosfera, onde os ventos conhecido como Jet Streams podem fluir até 200 mph, trazendo temperaturas de absurdos -73 graus.
A morte pode ser causada pela falta de oxigênio, pelo frio, a insuficiência cardíaca, queimaduras, avalanches, deslizamentos, fendas traiçoeiras e ferimentos.
Cerca de 80% dos acidentes ocorrem no caminho de volta do cume. A principal causa de mortes para os que se arriscaram a subir o monte são as avalanches.
Uma simples bobagem pode levar um alpinista desavisado à morte, como o congelamento da válvula do cilindro de oxigênio. Sem contar que o caminho para chegar no cume é tão complexo que, nas palavras do alpinista Alexander Abramov:
A uma altitude de 8000 metros você não pode se dar ao luxo de moralidade. Acima de 8.000 metros você só está focado em sua própria sobrevivência, e em tais condições extremas, você não tem a força extra para ajudar alguém.
Parece-me que a mensagem é bem clara. Em uma expedição ao Everest, se um membro da equipe se ferra, ele é largado pra morrer, já que ninguém se arriscará por ele.Parece trágico ler isso no conforto de nossas cadeiras, ao nivel do mar ou um pouco acima. Mas lá em cima, impera a lei do “farinha pouca, meu pirão primeiro”.
Portanto, escalar o Everest não é para alpinistas de fim de semana ou amadores.
Em maio de 2006, uma tragédia ocorrida no Everest chocou o mundo: Um alpinista chamado David Sharpe foi deixado para morrer, por congelamento, pelos membros de sua expedição, que era de 42 pessoas. Nenhuma delas o ajudou. Alguns membros do grupo eram do canal de TV Discovery, que – olha o grau de bizarrice do bagulho – tentaram entrevistar o homem moribundo, fotografaram-no, e então largaram ele para trás, deixado para morrer sozinho na neve.
Contando assim parece até mentira. Mas quem o ajudasse, certamente ia morrer com ele. O lugar é tão inóspito que muitas vezes torna impossível salvar a vida de um companheiro.
Todos os grupos de alpinistas que escalam o Everest passam por cadáveres insepultos, espalhados aqui e ali. São alpinistas que não tiveram sorte. Alguns deles caíram e quebraram-se ossos, outros congelaram ou simplesmente estavam fracos demais para prosseguir na jornada.
Provavelmente, todas essas pessoas que foram deixados ali, pensaram em algum momento que isso não iria acontecer com elas. Agora, são um triste lembrete de que nem tudo está nas mãos do homem.
Nas palavras do alpinista David Brashears, que escalou a montanha cinco vezes :
“Não havia nada em meu treinamento para me preparar para passar pelo cemitério aberto me esperando lá em cima. “
Não há estatísticas precisas de quantos corpos estão espalhados pelas vias de acesso à montanha. Estima-se que sejam entre 150 e 200 pessoas que partiram em viagem só de ida para escalar esta montanha traiçoeira.
A maior parte sobe em equipes de três a cinco pessoas. Cada alpinista precisa desembolsar entre 40 mil e 60 mil dólares para escalar o Everest. Parte desse dinheiro fica com os governos da China e do Nepal, que cobram pedágios de até 10 mil dólares de cada pessoa que pretende chegar ao cume mais alto do mundo. Desde 1953, mais de 2 mil pessoas já conseguiram realizar essa façanha.
A montanha guarda histórias tenebrosas. Em 1996, um grupo de alpinistas da Universidade de Fukuoka, no Japão escalaram o Everest. Em um certo ponto da jornada, eles encontraram três alpinistas em dificuldades da Índia – Estavam magros, congelando e pediram ajuda, pois haviam passado aperto com uma tempestade em grande altitude. Eles esperavam o tempo melhorar para avançar ao próximo refúgio.
Os japoneses decidiram enfrentaram o mau tempo e seguiram adiante. Quando o grupo de alpinista japoneses descia, eles passaram pelo refugio dos indianos, para descobrir que todos eles já haviam congelado. E estão lá até agora!
Outro famoso cadáver no Everest é o alpinista britãnico George Mallory.

Num de seus mais famosos momentos, ao ser perguntado repetidamente por repórteres em Nova Iorque durante uma série de conferências por que motivo ele queria escalar o monte Everest, Mallory disse: “Porque ele está lá”.
Essa frase ficou para sempre associada ao montanhismo. E agora, Mallory também está lá! Olha ele aqui:
Mallory morreu na descida, após chegar ao cume da montanha. Em 1924, Mallory e seu parceiro Irving começaram a subir. Eles foram vistos pela última vez com binóculos através das nuvens, apenas a 150 metros do cume. Então as nuvens se fecharam e os alpinistas desapareceram.
Eles ficaram sumidos por lá até meados de 1999, quando no auge de 8.290 m, exploradores tropeçaram no corpo de Mallory. Ele estava deitado de barriga para baixo, como se estivesse tentando abraçar a montanha, a cabeça e as mãos estão congeladas firmemente na encosta.
Seu parceiro, Irving, nunca foi encontrado. Sabe-se que não morreram juntos, pois havia uma corda ligando os dois, e ela foi cortada com a faca. Irving poderia ter visto Mallory sucumbindo e libertou-se de seu amigo, para também morrer em algum momento mais tarde, em lugar ainda desconhecido abaixo da encosta.
O vento e a neve estão gradualmente limpando os corpos. As partes expostas vão sendo gradualmente roídas pelo vento. Quanto mais velho o cadáver, menos carne ele tem. Há Helicópteros que ajudam a “limpar” a montanha dos cadáveres. Mas os helicópteros só chegam a uma certa altitude. Dali pra cima, quem está morto fica lá mesmo.
Claro que há casos em que os que morreram lá foi por própria culpa. Um bom exemplo é o caso de Francis Arsentiev.
Ela foi a primeira alpinista a escalar o Everest sem garrafa de Oxigênio. De fato, ela chegou lá em cima sem a garrafa, mas na descida “deu ruim”. Ela estava exausta a dois dias na encosta sul do Monte Everest. Um dos membros da equipe ofereceu-lhe oxigênio, mas ela recusou, não querendo estragar o seu recorde. Aquela recusa revelou-se fatal.
O alpinista Sergey Arsentiev se perdeu dela meio do caminho, e não esperou por ela no acampamento. Ao contrário do que deveria fazer, ele foi procurar por ela, e também morreu.
Toda primavera, nas encostas do Monte Everest, no Nepal, bem como do lado tibetano surgem inúmeras barracas de alpinistas que alimentam o mesmo sonho – subir ao teto do mundo. Talvez por causa da variedade de tendas, semelhantes a barracas gigantes, o local foi apelidado de “Circo do Everest.”
Na Primavera de 2006, onze pessoas morreram no Everest. Ao que se sabe, um deles, o britânico David Sharp foi deixado em um estado de agonia por um grupo de cerca de 40 alpinistas. Sharpe não era um homem rico e fazia a subida sem guias e nem sherpas. Ele chegou ao cume, mas na descida, teve problemas com a garrafa de oxigênio. Seu equipamento era inadequado, ele não levou um radio (economia?) e tomou decisões que lhe custaram a vida. O triste é pensar que se tivesse dinheiro suficiente para equipe, sherpas e material de qualidade, hoje, ele ainda estaria vivo.
A equipe que passou por ele, teve que escolher entre ajudar David ou seguir e alcançar o cume. Optaram pela segunda opção.
No mesmo dia em que David da Sharp morreu, os meios de comunicação de todo o mundo louvaram Mark Inglis, um guia da Nova Zelândia, que subiu o Everest mesmo sem uma perna. Após um acidente de trabalho, ele perdeu a perna. Usando uma prótese de fibra de carbono ele atingiu o cume.
A história, vendida como uma prova da superação humana, ocultou o detalhe de deixarem David Sharp morrendo para fazer o programa de Tv. A história sinistra só veio a publico porque o site mounteverest.net pegou notícia e começou a puxar o fio.

Em 16 de maio de 2006, David Sharp subia a montanha, participando de escalada, organizada pela “Ásia Trekking”, morreu quando possivelmente, seu tanque de oxigênio congelou a válvula, a uma altitude de 8.500 metros.
Sharp não era um novato nas montanhas, ele já tinha escalado antes. Segundo o Mountainzone.com em 2002, Sharp tinha chegado ao cume vizinho do Everest, o Cho Oyu, e então passou tentar o Everest em 2003 e 2004. Nas duas vezes, ele subiu rumo ao cume do Everest pela via nordeste, e por duas vezes ele só chegou perto do cume Na escalada em 2003, ele perdeu alguns dedos pelo congelamento.
Então aquela tinha sido sua primeira incursão de sucesso ao pico do Everest. Aos 34 anos, ele já tinha passado pelas partes mais difíceis do percurso. Na descida (onde muitos morrem) ele ficou sem oxigênio. Sharp imediatamente sentiu-se mal em uma altitude de 8500 metros no meio da cordilheira norte. Ele estava mal equipado para aquele frio, e havia tomado decisões erradas que foram fatais, como descer na noite mais fria do ano, e de escalar sem guias Sherpas (há quem suspeite que ele precisou fazer isso por economia. A economia também é o que explicaria David usar luvas abaixo das especificações necessárias para a incursão). Sharp se abrigou precariamente numa caverna.
Alguns dos homens que passaram por ele, disseram que pensavam que ele estava descansando. Alguns dos Sherpas verificaram sua condição, e perguntaram quem ele era e com quem viajava. Ele respondeu: “Meu nome é David Sharp, eu estou aqui com a” Ásia Trekking “e só quero dormir um pouco.” (sinal que já estava congelando)

Quem abriu o verbo mesmo foi o amputado, o Neozelandês Mark Inglis. Ele foi um dos poucos que admitiu que deixaram Sharp morrer.
“Pelo menos, a nossa expedição foi a única que fez alguma coisa por ele, nossos sherpas deram-lhe oxigênio. Naquele dia, passaram por ele cerca de 40 alpinistas, e ninguém fez nada “, – disse ele.
Estima-se, na verdade, que passaram muito mais, pois esse numero de pessoas passou subindo e depois descendo. Desses, somente dois sherpas tentaram realmente ajudá-lo, mas sem sucesso.
Segundo o Mountainzone.com, Sharp estava completamente sozinho, sem qualquer tipo de apoio ou até mesmo um rádio, e por isso não tinha margem de erro. Ele desmaiou enquanto ainda estava preso em uma guia fixa usada por escaladores e leigos a apenas três metros do percurso de subida. Muitos pararam para tentar ajudá-lo ou confortá-lo, mas só depois que já tinham passado por ele em seu caminho até o cume.
Estranhamente, Sharp morreu bem ao lado de um cadáver de alpinista indiano (possivelmente Tsewang Paljor) que morreu nas exatas mesmas condições, sob uma pedra apelidada “caverna da bota verde” o nome se deu porque o morto está ainda hoje, vestindo botas verdes.
Foi um brasileiro, chamado Vitor Negrete que descobriu que Sharp estava morto. Vitor foi um montanhista brasileiro de grande renome, sendo um dos maiores nomes do esporte no país. Dois dias depois era Vitor que morreria no Everest, vitima do congelamento e de edema pulmonar. Ele também está lá na montanha.
Dez dias depois de David Sharp ser largado para morrer na caverna da montanha, o australiano Lincoln Hall, 50 anos, chegou ao pico e, no percurso de volta, caiu exausto. Seus companheiros de escalada continuaram a descida e deixaram três sherpas para ajudá-lo. Após nove horas, os sherpas também desistiram de Hall e o abandonaram na neve. No dia seguinte, três montanhistas o encontraram parcialmente sem roupa e sem gorro. “Vocês devem estar surpresos de me ver aqui”, disse o australiano.
Quem eles chamaram para socorrer o milagroso sobrevivente? Os sherpas, claro. Por rádio, os alpinistas pediram ajuda ao acampamento, de onde foi enviada uma equipe de carregadores para fazer o resgate.
A maioria das histórias de abandono aconteceram na zona da morte, acima de 8.000 metros de altitude. A partir daí, há um sério risco de o alpinista sofrer desidratação, edema cerebral ou pulmonar e alucinações. A única maneira de se salvar é descer a pé, já que a atmosfera rala praticamente impede o resgate de helicóptero.
Hannelore Schmatz é um morto bem típico no Everest. Em 02 de outubro de 1979, depois de uma subida bem sucedida, e por razões pouco claras, ela morreu de exaustão a apenas 100 metros de alcançar o abrigo do Acampamento IV. Durante anos, qualquer alpinista que tentasse a rota do sul podia ver seu corpo, sentado, encostado na mochila, e com os olhos abertos e cabelo castanho soprando no vento.
Apesar de ser tão exposta e tão visível ao longo de uma rota de escalada bem conhecida, as operações de resgate eram praticamente suicidas na “zona da morte”. Um inspetor de polícia nepalesa e um Sherpa tentaram recuperar o corpo de Hannelore, em 1984. O resultado foi trágico. Ambos caíram para a morte. Foi graças aos ventos fortíssimos que empurrou seus corpos ao longo da borda, jogando-os no precipício.
Uma área que sobe ao longo da rota nordeste para o cume ganhou o apelido de “Rainbow Valley”, simplesmente porque as jaquetas multicoloridas dos numerosos cadáveres espalhados na encosta lembra um arco-íris. Mesmo em condições extremas de altitudes letais, os cadáveres podem permanecer por décadas, alguns parecendo congelados no tempo e com os equipamento de escalada intactos.
Apesar da neve e do gelo, o Everest é tão seco como um deserto, e o sol e o vento rapidamente mumificam os corpos.
Muitos dos que escapam da morte, não escapam das consequências desse frio polar lá em cima. Toda a pele exposta nas altas altitudes, mesmo com a melhor das condições, estão são propensas necrose. A necrose do frio começa quando os vasos sanguíneos se contraem para preservar a temperatura. Ao longo do tempo, se as áreas expostas da pele não são aquecidas, a falta de fluxo sanguíneo provoca a morte dos tecidos e, mesmo se reaquecido depois, ocorre a gangrena. Nesta fase, as amputações são comuns.
Ao contrário da crença popular, a maioria das pessoas morre no Monte Everest, durante condições de bom tempo. Não quando a montanha está coberta de nuvens.
É que o céu sem nuvens inspira qualquer pessoa, independentemente de seu equipamento técnico e capacidade física a continuar, sem avaliar os riscos. É aí que se escondem os colapsos e inchaço típicos da altitude.
Mesmo com todos os riscos, a cada ano milhares de alpinistas de diversos países tentam a subida. O monte Everest recebe anualmente 60 mil turistas que visitam sua base e 1.300 alpinistas que arriscam a escalada.
Essa montanha de exploradores deixa para trás montanhas de lixo.
A cada ano, uma expedição ecológica sobe a montanha para recolher a sujeira. Desde 2008 até hoje, Eco Everest Expedition, como é chamada, coletou mais de 12 mil quilos de lixo de equipamentos das expedições anteriores e mais de 300 quilos de lixo humano, além de 4 cadáveres.
Claro que em meio aos casos de morte, estão muitos relatos de impressionantes vitórias contra todas as expectativas, como no caso do brasileiro Waldemar Niclevicz, o primeiro brasileiro a alcançar o cume do Himalaia.
Sua aventura começou em 1991. Naquele ano, o alpinista recebeu um convite para subir o Everest em uma expedição organizada por franceses. O grupo não resistiu ao rigoroso outono da montanha e desistiu da escalada a umas poucas centenas de metros do cume. Quatro anos depois, Nieclevicz resolveu tentar novamente. Desta vez, teve que iniciar a subida pelo Tibete, já que uma série de restrições governamentais o impediam de seguir pelo Nepal. O aventureiro enfrentou ventos de até 160 km/h e temperaturas de cerca de 13 graus negativos. Chegou ao local às 11h22 do dia 14 de maio de 2005. Junto com ele estava o carioca Mozart Catão. A dupla ficou no topo do Everest durante 3 horas.
Há quem pense que os alpinistas são loucos de arriscar suas vidas apenas para subir a montanha e olhar lá de cima. Isso não deve ser verdade, pelo menos não no caso de Erik Weihenmayer, que foi o primeiro cego a chegar ao cume do Everest. Já o mais velho a chegar lá foi Lev Sarkisov, em 1999, quando tinha 60 anos de idade Yushiro Miura, de 80 anos, que bateu o recorde em 2013.
Embora muitos consigam, há aqueles que ficam pelo caminho. Mas a montanha nos traz ensinamentos valiosos. Nem todos sofrem da “febre do cume”. O casal brasileiro Paulo e Helena Coelho, em 1999, desistiram de chegar ao cume para salvar a vida do alpinista português João Garcia. Paulo e Helena já desistiram, do cume para ajudar pessoas morrendo lá duas vezes!
A cada ano mais alta, impávida e castigada pelos fortes ventos, a montanha continua a tragar vidas dos corajosos aventureiros que se arriscam a desvendar seus mistérios.
























waldemar é foda demais cara, parabéns pelo post :) As histórias de alpinismo são recheadas de elementos espirituais e de superação. Muitos deles acreditam que a maior honra que pode acontecer é morrer na montanha.
Chegar de helicóptero realmente é foda demais!!!
Sim, porque helicópteros conseguem voar onde o ar é rarefeito né…leia o texto !!!
O ser humano em busca de superação e evolução é algo interessante! Se utilizássemos essa força interior para amar e ajudar os nossos semelhantes, penso humildemente, que teríamos melhores resultados e um mundo melhor… :)
Cara, que sensacional esse post.
O cara com o rosto com partes necrosadas, tem mais informações?? Perdeu o nariz??
Abraços
Tentei achar mais informações, como uma foto dele tipo Michael Jackson, mas não achei. Provavelmente ele perdeu boa parte da pele do nariz, mas a epiderme se recompõe rapidamente. Agora, os dedos, as pontas tenho quase certeza que ele perdeu todos.
http://en.wikipedia.org/wiki/Beck_Weathers
O resultado foi amputação de um braço, dos dedos de uma das mãos, parte dos pés e reconstrução do nariz.
Boas…
este português teve que cortar alguns dedos e fazer um excerto no nariz após ter subido a um dos cumes sem oxigénio.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Garcia
Cumprimentos e parabéns pelo post
http://www.joaogarcia.com/index.php?option=com_content&view=article&id=61&Itemid=66&lang=pt
14X8000m sem oxigénio e sem carregadores. Após ler este post, temos que dar ainda mais valor a este feito apenas alcançado por 10 homens…
Perdeu varios dedos e teve q amputar tb o nariz, foi salvo realmente por Paulo e Helena, numa das suas subidas ao Everest pelo que consta por também ele tentar ajudar um outro colega.
O cara com o nariz Necrosado Chana-se Becky Wheaters. Ele se perdeu de sua excursão em 1996 tendo permanecido a noite toda no frio e sendo dado como morto até reaparecer proximo do acampamento sem as luvas. Ele perdeu todos os dedos das mãos, o nariz e parte do rosto. A história toda foi contada no livro “No ar rarefeito”, de John Krakauer, que narra a desastrosa temporada de 1996 onde morreram 16 pessoas na montanha.
O nome do cara é Beck Weathers, segundo a wikipédia (http://en.wikipedia.org/wiki/Beck_Weathers), ele teve o braço direito amputado entre o cotovelo e o punho, todos os dedos da mão esquerda, partes dos pés e o nariz, mas esse último foi reconstituído.
Coitado cara!
A estória do Beck se pode ler no livro “No Ar Rarefeito” (Into Thin Air) do Jon Krakauer, que eu super-recomendo! É um livro sensacional sobre a exploração turística do Everest e os perigos da escalada irresponsável. A estória real de uma expedição que deu errado. Imperdível, mesmo.
Não sei explicar bem o que senti lendo este post…
Uma sensação de terror e desconforto ao imaginar os corpos espalhados pela neve.
Mas, também fascínio pela força que impulsiona o ser humano a romper seus limites e os limites da Natureza, mesmo com toda a possibilidade de morrer nisso!
E o teu texto, Felipe, bom demais de ler, como todos os outros!
Abraço!
Valeu Michele. Fico feliz que tenha gostado.
Senti a mesma coisa. Já ouvi falar de médicos que escalam…mas ao ler essa matéria realmente fiquei impressionada com os limites do ser humano, que nada tem a ver com saúde. São vários testes….mentais….emocionais. Para vc se colocar em uma prova dessas…tem que estar muuuuuuuuuuuuito bem preparado em todos os sentidos.
incrível matéria.
parabéns pelo post.
muito interessante o post estou sendo um grande fã dessa pagina e parabéns, sempre tive vontade e fazer um aventura dessa, agora da para imaginar um pouco o custo dessa aventura tanto física e quanto financeira agora é procurar uma equipe brasileira para ir !!!
obs: Philipe uma curiosidade para vc sobre o everest lá quando chega no pico funciona o 3g eheh !!!
Acho que não funciona, hehehe. Mas telefone via satelite sim! E te tb uns radios de longo alcance que sim. Aliás, o tal do Sharp só se fodeu mesmo porque ele cometeu varios erros de newbie, entre os principais não usar as melhores luvas que ele podia comprar e não levar um desses radiocomunicadores para pedir socorro.
Belo post
Incrível. Apesar dos riscos eu gostaria de escalar o Everest, mas não tenho experiência e muito menos dinheiro.
Cara como sempre vc eh foda escreve muito, descobrir seu trabalho guanda ainda estava na faculdade leio até hoje…
Valeu mesmo Jonilson! Abração!
Um dos melhores post desse ano. Parabéns.
Concordo! Excelente!
concordo com leandro Hassum…
http://www.youtube.com/watch?gl=BR&hl=pt&v=E5ngNIrNnwo
É melhor morrer tentando a pratica de um esporte que se gosta do que morrer de infarto sentado em um sofá assistindo TV rsrsrsrs
É melhor não morrer. Em nenhum dos dois casos.
Hehehe concordo.
Sensancional!!
Parabéns Philipe, post incrível, me deixou curioso quanto aos cemitérios de outras montanhas “da morte” hehe.
Existe um livro sobre a história da busca pelo cadáver de George Mallory, inclusive essa foto publicada estava lá.
Belo artigo Philipe!
Sensacional teu post Philipe, um mixto de terror,desconforto a.
e fascínio.. Parabéns..
Philipe, primeiramente parabéns pelo Blog, o encontrei a algumas semanas e estou simplesmente viciado, entro todos os dias sedento por curiosidades ou histórias interessantes, excelentes postagens!! Quanto a matéria, me senti como o amigo acima, um misto de terror e admiração!! Muito bom o post.
Abraços
Valeu mesmo, cara!
http://olhardigital.uol.com.br/noticia/agora-3g-ate-no-topo-do-monte-everest/14558 olha ai camarada Philipe eu até procurei aq e achei q funciona ehehe !!!
Caraca!
Muito bom o post , muito esclarecedor pra quem acha que é só chegar e subir, todo mundo pensa que a escalada do Everest são só paisagens bonitas ,tem que estar muito bem preparado principalmente o psicológico para caminhar entre mortos por dias. Parabéns pelo post Philipe
E outra, fico imaginando o tamanho do autocontrole dos caras que sobem 80% e na reta final avaliam que não há segurança e não arriscam os 20% finais. Isso é uma prova de coragem e inteligência foda demais.
No Ar Rarefeito / Morte no Everest – http://www.youtube.com/watch?v=4wuimvkhoDY
Lindo post. Mas no final ali acho que vc quis dizer que o brasileiro chegou em 1995 e nao em 2005.
Abs
Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!!
Valeu Paulo!
Philipe,
Sensacional seu texto!! Meus parabéns!!
Sou triatleta, maratonista, corredora de aventura…mas confesso que desafios assim estão fora dos meus planos. Já levei uns sustos suficientes nos esportes que pratico e que me fazem me contentar com as montanhas apenas nos relatos e imagens.
Esse seu texto, confesso, me causou um misto de tristeza mas ao mesmo tempo admiração por aqueles que tentaram.
Parabéns!! Abraços!
Valeu Vivian!
Excelente post Philipe!
Ótimo texto! :D
Interessante como tem gente que pensa que deserto é sempre associado a calor. Eu perguntava aos meus alunos qual era o maior deserto do mundo e eles sempre falavam que era o Saara. Ficavam surpresos quando eu falava que era a Antártica.
Fantástica a matéria! parabéns!
Chega a ser místico…. alguns casos de resgate que foram contados, o pessoal do resgate morreu… meio que no estilo “esses corpos são meus (do monte everest) e quero eles aqui para mostrar a vcs, que vcs não me controlam.”
Gostaria de fazer um adendo:
O casal brasileiro Paulo e Helena Coelho, em 1999, desistiram de chegar ao cume para salvar a vida do português João Garcia
Valeu! Vou adicionar ao post!
O Cara com o rosto necrosado é um médico Chamado Becky Wheaters que foi deixado pra morrer na encosta em 1996. Sua história é narrada no livro “No ar Rarefeito”.
Quando eu li o início do post eu mandei para meu amigo e perguntei: PRA QUE ISSO?
Depois de alguns segundos eu mesma respondi…
“ta certo
bem melhor do que eu que pego buzao e trem lotado todo dia
ta certo eles
que tem coragem de fazer o que quer
o cara ta ali porque quer
por que o corpo manda
porque é um desafio
pra ele mesmo
não pro outros
pronto
respondi minha pergunto do pra que isso!
eu sou muito tonta mesmo”
Muito bom, não conhecia o site, fovoritei!
Nossa foi até poética agora.
A montanha está lá
pra dizer que você
é nada…
(trecho de um poema que cita George Mallory)
Sr. David
Há poucos meses, um japonês quebrou o recorde de idade.
Ótimo post.
fonte
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/05/alpinista-japones-de-80-anos-sobe-o-monte-everest-e-bate-recorde.html
Oi Rafael. Eu alterei no texto, valeu.
Demais, partilho o sentimento de tristeza e admiração dos demais.
Muito bom o artigo! Bem completo e instrutivo e interessante, por favor continue publicando coisas de altíssima qualidade!
Valeu Celso! Eu tenho que maneirar nesses posts muito grandes, porque muita gente tem preguiça de ler, então tenho que dosar, posts com mais imagens, posts de video e tal.
uau, muito legal…Eu não consigo entender pq alguma pessoa faria isso, mas cada um com suas vontades e sonhos, né?
Mas a morte é sempre fascinante, e as fotos chocam, mas são bonitas.
É notável o esforço e pesquisa que você fez para escrever este artigo, este é o típico artigo de internet em busca de pageviews. Fico imaginando as pessoas que leram o artigo e que irão repassar para outros como se o que foi escrito fosse verdade. Tem muitos erros que mudam totalmente a história do alpinismo mundial. Fatos que foram pegos aleatoriamente e capturado uma parte do texto sem saber do contexto. Motivo real de causa mortis totalmente ignorados, etc, etc. Um texto de leigo, para leitores leigos. Isso é triste.
Talvez antes de criticar apenas você possa nos iluminar com seu profundo conhecimento sobre tudo isso de modo que eu possa melhorar o meu post, que se fosse criado em busca de pageviews começaria com uma bunda bem gostosa.
Amigo, seu texto é leigo mesmo! Você não é escalador/alpinista e não entende o esporte, As informações sobre o abandono do alpinista estão erradas, Faltou dizer que é impossível descer uma pessoa em dificuldades, mesmo com 40 pessoas! Senão, todos morrem!!! Ninguém abandonou ninguém por dinheiro, mesmo com dinheiro seria impossível descer o cara. Essa é a regra e todos que vão lá sabem disso! Você se dispôs a comentar um assunto que não domina e só mostrou opiniões de quem não possui conhecimento no assunto.
Eu acho que vc tem razão quando diz que sou leigo nesse esporte. Sou mesmo. Mas acho que você leu e interpretou mal o que eu disse no post. Eu disse:
Você assumiu erroneamente por interpretação própria, que eu disse que ele foi abandonado porque não tinha dinheiro suficiente para pagar sua salvação. Eu não disse isso. Eu disse que ele morreu porque não tinha dinheiro suficiente. Isso é um fato amplamente sabido. Ele não comprou as luvas mais caras por isso, ele não comprou o radio por isso. Ao que parece, ele economizou em sherpas. Essa falta de investimento pode ter feito a diferença entre estar vivo agora e morto lá em cima. Relendo o texto:
Também dizer que “esta é a regra” mostra que você ignora casos em que pessoas cagaram pra sua “regra” e salvaram alpinistas em dificuldades quase no cume. E não morreram por isso. Um bom exemplo é o do casal de alpinistas brasileiros que salvou João Garcia, já quase no cume, abandonando sua trajetória ao pico para ajudar o cara em dificuldades. E conseguiram. Ele ficou todo fodido, sem os dedos, sem o nariz, todo necrosado, passou 92 dias internado, mas sobreviveu.
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelid=00000019-0000-0000-0000-000000000019&contentid=00031134-3333-3333-3333-000000031134
Será um prazer consertar e corrigir qualquer erro que tenha no meu texto, desde que esteja realmente errado e não seja só um problema de interpretação de texto.
Não há como ter certeza de que Sharp queria meramente economizar. O fato de ir sozinho, sem sherpas, pode indicar que ele realmente tinha esta vontade. Não é todo mundo que quer garantias, muitos querem sua própria aventura e aceitam arcar com as consequências. Assim como os russos que faleceram em 2013, queriam abrir uma nova via/rota, diferente da rota comercial aberta pelas empresas e sherpas.
Recomendo a leitura dos livros “No teto do mundo” do Rodrigo Raineri, “A Escalada” do Anatoli Boukreev (contraponto ao Krakauer), Montanha Sombria do Nick Heil e Dead Lucky do Lincoln Hall.
Sobre teu texto. Faltou um pouco de revisão, pois oras você escreveu David Sharpe, oras David de Sharp e oras David Sharp.
Abraço!
Mas porque ele usaria uma luva de pior qualidade? Por que ele não levaria radiocomunicador? A hipótese de um orçamento apertado me parece muito provável.
Pois muitos montanhistas simplesmente confiam nos seus equipamentos antigos. Sempre tem alguém para falar que “está bom ainda”, mesmo que tenha passado da validade indicada pelo fabricante. Ou que, alguma coisa é exagero, pois das outras vezes não foi necessário. Falo em causa própria.
Pra que rádio, se não tem equipe? Excesso de peso. Conheço pessoas que cortam o cabo da escova de dentes para economizar alguns gramas. Conheço outros que nem isso levam. Pensa em alguém espartano. E realmente em algumas situações tu pensa: “Ah, se eu estivesse com 1 kg a menos na mochila!”. E claro tem os que pensam que quem carrega 25 kg, carrega 26 kg. :)
Excesso de auto-confiança mata. Muito mais do que se imagina. A questão é que muitos estão, e outros se acham, preparados para isso. All-in!
E é sempre um conjunto de vários fatores, muitas vezes pequenos, que culminam com um acidente ou acontecimento grave.
Mas polêmicas a parte, gostei da tua forma de escrever. Sempre haverão os super experientes em cada assunto que irão encontrar falhas que não importam para o grande público. Sempre haverão falhas e deslizes.
Até o termo alpinista é discutível, pois o correto seria himalaista, andinista etc. Depende da cadeia de montanhas onde a pessoa escala. Ehehe, não se apega.
Abraço.
Vendo por este ângulo, realmente.
Não entendo superação humana ser mais importante que vida de outra pessoa QUANDO é possível salvar…
Mesmo. Mas o post foi bom. Vale a reflexâo!
Muito bom, está de parabéns. Está foi minha primeira leitura sobre seus post. Sem dúvida não será a ultima.
Isso me deixa muito honrado, Lucas.
Rapaz chega deu uma tensão eu lendo esse post. Muito bom. Parabéns
Foda ver os mortos assim, né? Expostos, congelados. Parece que vão levantar e sair andando…
and “the winter is coming…” XD
Ótimo post, bom demais cara, parabéns!
Valeu Jovelino!
Sensacional!!! Parei com minhas tarefas na empresa para ler seu post, quando cheguei ao final queria ler muito mais. Muito bom, parabéns, faz levar a nossa imaginação como se estivéssemos escalando o mesmo. Parabéns!
Hahahaha valeu. Só peço perdão por atrapalhar suas tarefas aí.
Fazia tempo que não lia um post tão fantástico. Parabéns!!!
Fico feliz que tenha gostado, Alexandre.
Adorei.Vou procurar sua página para seguir.
Caramba, a tempos que não leio uma matéria tão incrivel e interessante.
valeu vou compartilhar aqui !
O homem mais velho que atigiu o cume foi um japones esse ano e antes foi em 2008.. Vai se informar antes de postar..
http://edition.cnn.com/2013/05/23/world/asia/nepal-everest-record/index.html
Ok, eu alterei o post. Esperava que você fosse uma pessoa educada.
Excelente matéria!!! Escreve sobre os sobreviventes dos Andes em 1972!
Boa ideia!
Durante o texto o grupo do coitado do David Sharpe perdeu dois integrantes.. Eram 42 e no meio do texto vira 40 =/ tadinho morreram congelados..
Ótima postagem. Existe um excelente livro sobre o Everest, que é “Ar rarefeito”.
Lendo o texto, até fiquei com frio. d+
Meus parabéns pela matéria.Muito interessante.
Fico feliz que tenha gostado.
Philipe, Parabéns pela matéria, não tenho palavras para descrever o quanto gostei da sua ótica nesta publicação, bom seria que encontrássemos, matérias como esta todos os dias, parabéns mais uma vez Philipe
Brigadão cara!
Interessante a postagem; Prefiro ver apenas fotos, não escalaria o Everest.
Show de bola o post , Parabéns para todos aqueles que perdeu sua vida , mas teve a honra de estar em um local onde poucos chegaram ! paz para todos
Parabéns, To no meio do trabalho e investi alguns muitos minutos para ler atentamente esse post maravilhoso parabéns!
Muito boa a matéria. Não tinha nem ideia que esse tipo de coisa acontecia. Parabéns !!!
Parabens pelo reportagem. Eu ja tinha algumas reportagens, mas a sua foi a melhor que eu vi. A proposito eu sou escalador de alta montanha e o Everest esta nos meus planos. Um abraco
Valeu Felber. Eu admiro muito a coragem dos que sobem naquilo lá. Espero que vc seja vencedor!
vencedor, mas não um dos filhos da mãe em busca do cume e que abandonariam a própria mãe no caminho pra tal feito…
Ótima postagem! Descobri seu site a alguns dias, e essa foi uma das melhores postagens na minha opinião, parabéns!
Valeu Claudia.
Parabéns pelo site, muito boa a matéria!! Primeira vez por aqui de várias!!! Abs.
Obrigado Barney! Tem muita coisa interessante aí pra dentro. Já são mais de 4000 posts e só tá aumentando!
Impressionante essa matéria, fiquei realmente admirada com a coragem dos que desafiam o Everest.
Cara, se não me engano, Waldemar Niclevicz escalou o Everest pela primeira vez em 95. Em 2005 ele refez para comemorar os 10 anos da conquista.
Fora isso, muito bom texto.
Já sabia do lixo que os alpinistas deixavam em sua trajetória ao pico (principalmente cilindros de oxigênio vazios). Mas realmente não sabia do depósito de mortos pela montanha. Sempre pensei que os corpos eram resgatados depois em condições melhores e que ficavam apenas os corpos de acesso limitado. Realmente fazer o cume passando pelos corpos ou pelo cemitério multicolorido deve ser triste. Achei muito humana a decisão do casal brasileiro Paulo e Helena Coelho em deixar para trás seu objetivo e ajudar um companheiro. Decisão que talvez os tenha feito descobrir o por quê deveriam estar lá naquele dia, naquela hora! Não sei se o post é sentimentalista (como alguns comentários parecem sugerir) ou não! Só sei que os corpos existem e estão lá, agora! e isso é fato! Belo post, obrigada por compartilhar! …porque nem só de vitórias e glórias vivem os montanhistas…
fenomenal essa materia, parabens.
Fico feliz que tenha gostado. Valeu.
Muito interessante e também muito triste saber que vários alpinistas preferem chegar ao topo mesmo que isso sacrifique a vida de alguém que eles poderiam ter salvo.
Parabéns ao casal Paulo e Helena Coelho.
É que em muitos casos, o alpinista que está em estado grave não tem como ser salvo. Se o cara quebrar algum osso, se cair de fenda, dependendo do que rolar não tem jeito mesmo, ele torna-se não só uma garantia de que vai morrer, como ajudar o cara pode acarretar na morte dos que o ajudarem. Não creio que haja regras nesse aspecto. Mas também não podemos negar que acontece sim essa loucura do cara querer o cume acima de tudo, e inclusive isso ganhou o nome de “febre do pico”. Possivelmente é uma condição causada em parte pela anoxia, a falta de oxigenação adequada no cérebro. A anoxia, em pequeno grau faz com que a pessoa haja como um bêbado, atrapalhando gravemente seu juízo.
Penso em um dia subir lá…enquanto isso vou juntando grana e coragem rsrsrsr…gostei muito do seu post e de todo o restante do site…é seu???philipe?? se eu conseguir a grana…mais ainda faltar a coragem…me arrisco na passarela da morte na china rsrsr vlw!!!!
Sim, Yuka. Sou sempre eu que escrevo aqui. Pro Everest eu não tenho culhão, mas aquela passarela na China tenho uma vontade enorme de ir.
Parabéns pelo seu texto! Muito bacana também a sua humildade em alterá-lo conforme as pessoas fornecem mais conteúdo.
Estou no aconchego do meu lar devidamente aquecida refletindo se a determinação em atingir o cume é mais importante do que salvar a vida de alguém e fico feliz em saber que é do nosso país o casal de alpinistas Paulo e Helena Coelho que, em 1999, desistiram de chegar ao cume para salvar a vida do português João Garcia.
De qualquer maneira admiro a coragem de todos em arriscar a vida e se superar enfrentando situações tão adversas.
Valeu Mara.
Obrigado pelas informações. Foi uma leitura interessante, instrutiva e agradável.
Excelente! Parabéns!
Parabéns, excelente matéria, texto muito bem escrito!!!! Abraços!
Parabéns pelo post. Excelente matéria.
Parabéns pela matéria. É a segunda sua que leio (a outra foi da rádio), eadorei novamente. Parabéns e continue com o ótimo trabalho! Abs
MATéria bem interessante. Mas penso que a energia projetada desses caras, de superação individual, é egoista e narcisista, bem a nossa moda. Alpinismo é para profissionais. Parece que todos querem ser heróis para si mesmo e postar no facebook e aparecer em jornais. Sobra o lixo e os corpos abandonados desses desgraçados absolutamente esquecidos e banalizados, o horror.
Se fosse fácil não tinha graça ;)
Putz realmente impressionante…o cara chega no topo de uma montanha a 9000 metros de altitude…arrisca a propria vida e a seguranca de sua familia…chega no cume e diz: agora vamos descer!! haaa tenha do vai fazer alguma coisa mais util pra sociedade. Na boa -> nao me venha falar de superar limites.EU acho uma grande M e pra que vai tentar . Boa Sorte. Vai la chega no topo e desce, que eu vou estar la em Punta Cana tomando uma pina colada e vendo seu cadaver de picole em alguma reportagem da discovery que passa as 2 da manha e ninguem ve. Triste mesmo para as familias que nao podem sequer velar e enterrar seus entes queridos…infelizmente tem esses trezes que nao dao valor a propria vida e a de sua famila. Respeito posicoes contrarias mas tenho a minha conviccao.
vc provavelmente eh mais um daqueles idiotas que vai morrer de cirrose ou de ataque cardíaco em frente à tv comendo frango frito do KFC, pq eh covarde demais para tentar realizar algum feito.
Por favor, evitem as ofensas pessoais aqui nos comentarios. Além de não acrescentar nada ao assunto do post, pega mal pra todo mundo, até pra mim.
Bravo!!!!!
excelente relato, tive durante a leitura total impressão de que você já esteve por lá!!!!! e observei em um post anterior que não!!!
Precisamos de “Blogueiros” entusiastas como você parabéns…….
Fico feliz que tenha gostado, Edu. Um abraço.
Acho engraçado, os caras q criticaram o post não darem retorno após sua EDUCADÍSSIMA resposta “tapa de luva”!!! Nem pra deixarem um: “Caramba Philipe… realmente me precipitei no julgamento e no calor das emoções.”
É uma pena nem todos serem tão educados e tão humildes como vc, ao menos, demonstra ter!
Parabéns!
Vc parece ser BASTANTE instruído e educado! Passei a admirar o cara maneiro q vc se apresenta! Além de ter um conteúdo textual imensamente rico!
Matéria FANTÁSTICA, cara! Fantástica!
Valeu Gui. Eu não me vejo como um cara tão educado assim. Eu erro muito, e de tanto errar e consertar com base no que os leitores comentam, virou uma coisa normal pra mim. Com um blog com mais de 27.000 comentários e mais de 4000 artigos, é impossível não errar pra dedéu. Seria estupidez desperdiçar colaboração dos leitores, que em muitos casos são especialistas nas áreas que apontam os erros.
Independentemente do egocentrismo desses alpinistas, eu achei esse material muito interessante e rico em informação, o responsável está de parabéns pelo post.
Valeu Armando.
O ser humano e suas demências.
Bom texto, mas de onde você tirou que o apelido local do Everest é ”a montanha da morte”? Cite a fonte, por favor. Eu procurei isso e não achei referência em lugar algum.
Quem me disse que o apelido era esse foi o Alexandre, um amigo meu que é escalador. Ele disse que o apelido do K2 é “montanha selvagem” tb. Mas confesso que entubei de cara o que ele disse e nem fui verificar se é isso mesmo.
Sobre a história do David Sharp há muita discrepância entre as informações relatadas (não era sua 1 vez no Everest e sim a 3, ele tinha recusrsos financeiros para subir com uma equipe, mas preferia subir de maneira independente e sem auxílio de Sherpas nos ataques finais ao cume; ele não caiu de lugar algum e sim, tomado pela exaustão parou para descansar sob a pedra e não levantou mais; um dos sherpas mais experientes do Everest tentou dar oxigênio e retira-lo de lá, tanto na subida como na descida, mas ele já estava exausto demais para reagir) aqui e aquelas colhidas de depoimentos de vários alpinistas que presenciaram o acidente…
Tem razão, mas era a primeira vez que ele chegava ao cume. Vou reescrever.
que post sensacional, parabensss por nos deixar apar de tudo isso, são fatos históricos
Brigadão aí Rosimeri
Adorei o post, comecei a ler e não consegui mais parar, queria continuar cada vez mais.
Achei muito interessante saber de tudo que acontece com pessoas em busca de um sonho de uma superação que muitas vezes são interrompidas de diversas formas.
Fiquei triste por muitas vidas ali, mas faz parte elas escolheram arriscar.
ÓTIMO POST.
Valeu mesmo.
Reportagem fantástica, um bem acha aos heróis .
Um report fantástico, sem duvida, um rest in peace aos herois .
Obrigado Ricardo
eu nunca me interessei pela historia do monte everest, mas vendo seu post, fiquei chocada com esta realidade tao triste, e como sou leiga no assunto, fiquei me perguntando, pq as autoridades locais nao formam uma equipe de resgate preparada, e bem equipada, p resgatar estes corpos e entregar p seus familiares, pra que possam fazer um enterro decente
Eles tentam, mas muitos dos corpos estão em áreas onde a tentativa de resgate pode significar mais mortes, vide o caso do delegado e do Sherpa que tentaram resgatar um corpo de uma alpinista e os dois rolaram para a morte.
Nossa sinceramente o melhor post que eu vi ate hoje sobre o everest são detalhes espetaculares parabéns.
Valeu Marlon
Um pequeno lugar neste universo, que demonstra a plena “insignificância” de um ser que se julga omnipotente!
Nos faz pensar, né? Muito boa sua observação. Nos incomoda confrontar a falibilidade humana diante do cosmos.
Cara, primeira leitura no seu blog e fiquei impressionado! Parabéns e continue divulgando essas matérias.
Valeu mesmo, Guilherme. Tem muita coisa doida aqui pra dentro. São mais de 4000 posts!
Cara, eu geralmente não sou de postar em artigos que acho interessantes e leio, mas este está realmente sensacional! Parabéns!
Valeu Michael!
Muito show hein, adorei seu texto, e fiquei estupefada com o que li, mas ainda os acho corajosos pacas o/
sensacional! não sabia de tanta coisa incrível por trás das histórias de alpinismo. herois existem! alpinismo é assunto que me não envolve, mas parabéns pelo post. magnífico!
Cerumano é o bicho mais inteligente que tem. Taí a prova.
Texto maravilhoso, parabéns pelo site.
Valeu Fellipe
Muito bom Philipe. Estas informações vão fazer as pessoas pensarem bem antes de se aventurar. Gostei dsobretudo dos destaques que deu a expedição que deixou o David morrer em troca do sucesso, contrastado ao fim com “o casal brasileiro Paulo e Helena Coelho, que em 1999, desistiram de chegar ao cume para salvar a vida do alpinista português João Garcia”. De toda a busca por sucesso, certamente atitudes assim brilham muito mais.
Olá, adorei a matéria, foi emoção do começo ao fim da leitura.
Parabéns…..
Quando escalei o vulcão Cotopaxi, no Equador, conheci no refúgio um austríaco que nos pés só tinha os dedões. Havia perdido os demais dedos por congelamento. Seus pés, com as meias, pareciam duas setas. É por essas e outras que — após três montanhas com mais de 5000 metros (duas delas vulcões ativos) e outras três com mais de 4000 metros — que eu digo: “Ok, vá escalar alta-montanha — mas não me chame!” :-)
Cara imagino que perder todos os quatro dedos do pé em cada pé deve foder muito o equilíbrio do cara, né? Com o tempo o cérebro deve rearranjar o equilibrio dele, mas deve ter sido foda. Ele falou algo nesse sentido?
Sim, fiz uma pergunta justamente sobre esse ponto, e ele, de pé, e inclinando-se para frente, me disse que o dedão é que faz a diferença. Claro, ele também disse que já não praticava mais escalada em rocha (que exige mais dos pés), mas que as escaladas que dependem basicamente de fôlego, autocontrole e de uma caminhada ascendente até o cume continuavam entre suas atividades prediletas. Eu também continuo adepto do trekking, mas não vejo mais sentido em arriscar a vida apenas para atingir o cume de uma montanha. No entanto, minha experiência enquanto montanhista me marcou profundamente e permanece como uma espécie de mito pessoal — quase tudo que decido realizar nesta vida acaba sendo comparado a uma escalada.
DUILIO, vc critica O Philipe como se fosse um grande conhecedor do assunto e como já tivesse escalado o Everest muitas vezes. Eu não sou conhecedora do assunto, mas sei perceber quem tbm não o é. Saiba vc que errou ao escrever isso : “Faltou dizer que é impossível descer uma pessoa em dificuldades, mesmo com 40 pessoas!” pois já foi salva sim, uma pessoa tida como morta, abandonada pelos Sherpas e até foi comunicado a esposa da morte do marido, mas ele foi encontrado VIVO e levado para o acampamento onde estavam seus amigos e não foram necessários 40 PESSOAS , apenas 2 ou 3 Sherpas. Leia mais e assista mais Duilio antes de fazer criticas, ou melhor, suba o Everest e retorne ( se conseguir ) para nos contar sua aventura.
Ótimo texto, mas como disseram acima, nao sei exatamente o que senti ao ler.
Particularmente, nao acho válido esse “risco” para satisfazer o ego com uma conquista. Imensa conquista, mas apenas isso. O praticante do esporte tem lá suas visões, mas eu acredito que o valor da nossa vida esta muito mais além de uma satisfacao. Tenho pai, mae, filha, amigos e familiares que me amam, e detestaria ve-los chorando por ter me perdido, porque eu quis realizar algo do genero. Ainda que rolasse o texto: “Ela morreu fazendo o que mais amava. Bullshit. Todo mundo ia sofrer pra caramba. Egocentrismo demais pro meu gosto.
Sem duvida voce volta de lá outra pessoa (se voltar), com mil liçoes que vai carregar pra vida. Eu acredito poder receber liçoes e ter crescimento pessoal, ascensao espiritual de outras diversas formas.
Mas de fato, adorei o texto! Parabens!
A muito tempo eu não lia uma matéria que me chamasse tanto a atenção…. Quando paramos para ler parece que todo barulho a nossa volta se silencia e entramos pela tela do computador…. Fiquei vendo as imagens e depois de analisar um certo tempo voltava a ler, mas depois retornava as fotos! Muito bom o post! Vale muito a pena dedicar alguns minutos para ler isso! Meus parabéns…
Valeu Augusto. Fico feliz que tenha gostado.
Show Philipe, muito bom mesmo.
Niclevicz foi o primeiro, junto com o Mozart Catão. Impressionante como o Catão é colocado em segundo plano… Quem não conhece o Valdemar, que o compre…
Hahah boa. O nogocio estava indo bem ate entrar o 171 Waldemar” vergonha alheia.
Waldemar” é vergonha alheia.
Logo ele surge com outro circo para agradar o O Buticario.
Mucha gente nos critica cuando practicamos algún tipo de deporte que conlleva algunos riesgos, para ellos es innecesario. pero para nosotros es casi indescriptible la sensación de alegría, libertad y un sin numero de emociones que solo disfrutamos quienes los practicamos. todo deporte es riesgoso algunos mas que otros. comparto el dolor de los familiares es triste y lamentable, pero cada uno toma sus propias decisiones.
O unico erro ao meu ver na matéria é que o Mozart chegou priemiro no Cume .. e infelizmente ele não está mais aqui para dizer isto . Esta tambem congelado , em outra montanha mais perto de nós !!!
Philipe, sou um fã do Everest e ja li uma dezena de livros sobreo tema. Seu texto é ums sintese impressionante de tudo que já li. Parabens ! E se vc nao for alpinista, parabens duas vezes, vc captou a alma do negocio. Como sou triatleta, espero que seu proximo texto seja sobre ironman.
Parabéns! Achei muito boa a leitura. Rica em detalhes e informações. Quanto as críticas que foram feitas, por outros leitores, passe numa peneira e aproveite somente o que vier a acrescentar e enriquecer seus posts. Continue nos brindando com boas histórias. Obrigada. Denise.
Valeu Denise!
Não creio que haja algo realmente edificante (do ponto de vista moral) nessa jornada ao Everest. Por via indireta, embora não seja esse o objetivo dos caras, pelo menos movimenta a economia de um local bem pobre. A escalada parece algo puramente egoísta. Mas não critico os alpinistas por isso. De modo algum. Afinal, reduzir o ser humano a mera função de maximização de benefício social (como alguns comentários aqui deram a entender: “qual a utilidade disso?”) é, em última análise, desumanizá-lo completamente.
Parabéns pelo post e pelo site. Realmente fascinantes.
Sérgio, eu vejo uma conquista como a do Everest como a mola propulsora que nos levou a explorar a Lua, a descer nas fossas abissais do fundo do mar. É quando a natureza diz que o homem não pode ir lá que desencadeia a necessidade de vencer isso. É a superação, o ser humano lutando contra ele mesmo, num ambiente hostil.
Isso pode parecer sem sentido, pode não ser o que ambicionamos como maioria, mas não podemos negar que há um importante componente espiritual-interior em empreender uma jornada obstinada rumo a um objetivo. Isso é o que parece mover exploradores diversos, recordistas, navegadores solitários, andarilhos… Acho que é parte da complexa e obscura mente humana.
Esse post mexeu muito comigo, e me levou a ler bastante sobre o Everest, sobre a primeira escalada , feita por Edmund Hillary e Tenzing Norgay e todos os mitos que cercam o monte, e posso dizer que realmente acho que o fato de se escalar o topo mais alto do mundo teve um grande impacto sobre a humanidade, sim. Descobri posteriormente que o Everest não é considerada a escalada mais difícil do mundo: o K2, no Paquistão, é o segundo mais alto do mundo e é considerado muito mais difícil de escalar que o Everest, tanto que foi conquistado alguns anos depois, mas o Everest é muito mais mítico, tanto que até hoje é muito mais procurado por montanhistas que o K2.
É o valor simbólico de escalar o topo supremo, muito mais que a dificuldade do desafio que atrai tanta gente. O próprio Hillary dizia que o Everest não foi sua maio realização, mas sim a construção de 25 escolas para as crianças pobres na região do Nepal. Eu particularmente gostaria de ver o Everest pessoalmente, mas beeem de longe.
E Philipe, você chegou a ler sobre a Karina Oliani, a mais jovem mulher brasileira a escalar o Everest? Ela conseguiu isso esse ano, no dia 18 de maio, creio. Ela disse que não viu nenhum corpo no caminho, mas ajudou a salvar uma pessoa: http://gooutside.uol.com.br/2193
Não tinha visto não, Aline. Valeu pela dica.
Matéria rica e narrativa envolvente! Curti pra caramba.
Fico feliz que tenha gostado, cara!