Imagine medir mais de dois metros de altura e transformar isso em uma carreira de sucesso na moda. Essa é a história de Ekaterina Lisina, a russa que conquistou o título de modelo profissional mais alta do planeta, com impressionantes 205,16 cm. Ex-jogadora de basquete, ela se tornou um ícone global não só pela sua estatura recorde, mas também por incentivar a confiança em si mesma e a inclusão no universo fashion.

As pernas dela são verdadeiras estrelas: a esquerda chega a 132,8 cm e a direita a 132,2 cm, o que significa mais de 1,20 metro cada uma, medindo do calcanhar até o quadril.
Família de Gigantes
Nascida em 15 de outubro de 1987, em Penza, na Rússia, Ekaterina Viktorovna Lisina cresceu em um lar onde a altura era a norma. Seu pai mede 1,95 m, a mãe 1,85 m e o irmão 1,98 m. Desde criança, ela chamava atenção por ser tão alta, o que nem sempre foi simples durante a escola, mas moldou sua personalidade forte.
Do Basquete às Olimpíadas
Antes de brilhar nas passarelas, Lisina construiu uma trajetória vitoriosa no esporte. Ela atuou como jogadora profissional de basquete na liga russa e defendeu a seleção nacional em torneios internacionais. O ponto alto veio em 2008, quando ajudou a equipe feminina a levar o bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim. Em 2014, ela pendurou as chuteiras para perseguir um sonho antigo: o mundo da moda.
Livro dos Recordes

Em 2017, Lisina decidiu se candidatar ao Guinness World Records e saiu vitoriosa com dois títulos: a modelo mais alta em atividade e as pernas mais longas em uma mulher. Suas medidas viraram sensação mundial, com fotos e vídeos comparativos viralizando na internet. Em pouco tempo, ela estava em capas de revistas, entrevistas e programas de TV ao redor do globo.
Fundando uma Agência Inovadora

Com o reconhecimento, Lisina mergulhou de cabeça na moda. Ela criou a World’s Tallest Models, uma agência focada em representar mulheres acima da média de altura e pressionar a indústria a abraçar padrões de beleza mais amplos e inclusivos. Deu mole, devia ter batizado a empresa de “Snu-snu” hahahaha

Desafios diários
Ela não liga de ser chamada de gigante. Mas ser tão alta traz obstáculos práticos. Seu número de sapato é 47 na Europa (equivalente a 14 feminino nos EUA), tornando difícil encontrar opções prontas, e calças jeans longas o suficiente exigem costura personalizada. Em entrevistas, ela conta que lida com isso com paciência e um toque de humor. Por outro lado, sua passada ampla permite caminhar mais rápido, e ela ganha uma presença confiante natural. Nas redes sociais, compartilha rotinas de ensaios e dicas para valorizar o que nos torna únicos.

Defendendo a diversidade corporal

Hoje, Ekaterina usa sua influência para promover a aceitação do próprio corpo. Ela admite que, por anos, quis ser mais baixa, mas o recorde do Guinness mudou sua perspectiva. “O que eu via como uma falha se tornou minha maior força”, revelou em uma conversa. Morando em Moscou, ela segue modelando, mentorando outras mulheres altas na indústria e atualizando fãs sobre fotoshoots, eventos de moda e momentos pessoais nas redes.
A história de Lisina é um lembrete poderoso: a singularidade pode ser o seu superpoder.
Bacana e gump ao mesmo tempo!
