Sério. Eu ia mesmo acabar com este blog. Muitas razões me levaram a querer fazer isso e nenhuma delas envolve fatores externos. Não tive doença alguma, não fui ameaçado, não recebi processo e nem havia ninguém me forçando a tomar esta inusitada decisão.
Na verdade, eu queria queimar a ponte.
…. “Quando Júlio César desembarcou na costa britânica com o seu exército, ele mandou incendiar todos os navios – navios estes que haviam prestado um grande serviço transportando seu exército e que no caso de derrota, seriam indispensáveis para a retirada – para eliminar a possibilidade de retirada que pudesse tentar o seu exército a não lutar até à morte na conquista das Ilhas Britânicas. Após o desembarque e o incêndio dos navios, os soldados romanos não poderiam mais voltar atrás. “Não há outro caminho a não ser seguir em frente”
* A Verdade da Vida, vol.7. – Masaharu Taniguchi
Após tomarmos uma decisão é necessário seguir em frente com a certeza de que fizemos o melhor e que sairemos vitoriosos no final. Se desejarmos manifestar plenamente nossa capacidade infinita, nos momentos mais difíceis de nossas vidas não podemos preparar um “caminho de fuga” para retroceder, voltar atrás; devemos sim, enfrentar os obstáculos e reveses do novo caminho e permanecer firme no nosso propósito.
Queimar a ponte que acabamos de atravessar significa não se arrepender, nem se prender ao que ficou para trás. Queimar a ponte que acabou de atravessar ‘e deixar o passado e viver o hoje, aqui e agora com dignidade,com respeito, confiança e olho no futuro.
A ideia de queimar a ponte surgiu, acredite ou não, da dialética do buraco.
A dialética do buraco
Na minha rua, tem um buraco. Um buraco no chão. Havia antes ali um quebra-molas e um caminhão certa vez meteu a roda com tanta vontade no infeliz do quebra-molas, que arrancou um pedaço dele.
São estranhas as voltas que a vida dá. Eu vejo esse pedaço quebrado do quebra-molas e como ele conseguiu caoticamente me fazer querer matar meu blog…
Mas o caminhão quebrou um pedaço do quebra-molas, de modo que ficou ainda uma metade inteira da rua com esse quebra-molas cotó. Daí é fácil imaginar o que aconteceu: Todos os carros que passam na rua, desviam do quebra-molas aleijado passando justo no espaço onde ele foi quebrado. Com o tempo, esse excesso de carros passando ali formou uma depressão. Quando choveu, a depressão virou um laguinho e com o movimento, o solo cedeu mais e formou um buraco. Assim, os carros pararam de passar no buraco, numa clara alusão à teoria dos jogos. Entre o buraco e o quebra-molas, parecia menos pior o quebra-molas.
Mas, lá estava o buraco. Lá ele ficou. Meses e meses, até que os caras da prefeitura (uma das que tem o IPTU mais alto do mundo) resolveram consertar a porra do buraco. Note que não é uma cratera lunar. É um buraco de um metro e meio. Alguns paralelepípedos haviam saído do lugar. Só isso.
A prefeitura mandou uma equipe de uns quatro caras.
E eu vejo esses caras há um mês. Sem brincadeira, eu estou vendo um esquadrão da prefeitura há UM MÊS olhando para a a porra de um ridículo buraco, um buracote tão vagabundo que eu mesmo resolveria aquela merda em um dia.
Fiquei olhando para esta situação com uma curiosidade tão grande quanto a de um naturalista observando o sexo dos Bonobos. A diferença é que neste sexo aqui quem se fode é o contribuinte e não a macaca. Dos quatro malucos que estão ali para resolver o grande problema que é um buraco de um metro e meio e vinte centímetros de profundidade, três ficam sentados do outro lado da rua, na sombra conversando. Um mexe as pedras de um lado para o outro, ajeita o cone, bebe água, conversa. Mexe nas pedras na terra, espalha por ali e depois recolhe. No dia seguinte, repete tudo. A terra é colocada de um lado e de doutro, mas nunca dentro do buraco.
Os homens do buraco não imagina que eu os observo com interesse. Afinal, eles são o exemplo do comportamento de muitas pessoas. Quantos de nós nunca ouvimos a máxima de “eles fingem que pagam, nós fingimos que trabalhamos”.
Os caras do buraco estão empurrando com a barriga numa procrastinação digna de inveja ao Homer Simpson. Mas por que eles fazem isso? Eu fico encucado com essas merdas, cara. Eu fico pensando sobre os caras do buraco, e o buraco lá, de boca aberta, desafiando o mundo. O buraco ri de nós. O buraco é o retrato das nossas fraquezas. O buraco é o Brasil.
Os homens que não consertam o buraco, não o fazem porque a vida deles é o buraco. Não, não estou sendo poético. Estou falando literalmente. A vida desses caras é tampar buracos, e depois que eles tamparem o buraco da minha rua, irão ser mandados tampar o buraco de outra rua. Talvez uma rua perigosa, talvez uma rua com muito trânsito, talvez um buraco pior, mais largo, mais fundo, com esgoto, gás, cabos de energia em curto…
Assim, o futuro do tampador de buraco é outro buraco. Seu horizonte de possibilidades é tal qual a do Mineiro que sabe que atrás de cada pedra haverá uma nova pedra. Talvez mais mole, talvez mais dura, mas sempre uma pedra.
Por que correr para tampar um buraco se logo depois daquele haverá outro?
A vida desses homens é uma prisão. Eles estão mediocremente presos na dimensão buracal da vida e não conseguem descolar a cabeça do buraco. Eles não se imaginam fazendo nada melhor, não conseguem pensar meios de resolver os problemas mais rápido, para que possam finalmente fazer algo diferente. A vida dos homens do buraco só começa efetivamente quando eles terminam a hora do trabalho.
Quantas pessoas estão presas aos buracos e não se dão conta? E se o buraco não é a vida, poderíamos então pensar que a vida é escapar dos buracos?
Eu não sou filósofo, já peço perdão se não usei o termo correto, pois chamei essa ideia de dialética do buraco.
Pra mim está claro que estes caras estão numa gaiola. E então, parei de olhar pela janela, deixei de olhar para fora e comecei a olhar para dentro. Para minha vida. Onde será que se esconde o maldito buraco? Será ele o Mundo Gump?
O tempo
Uma das piores sensações que existem é ficar numa fila. A fila é uma maravilhosa forma que a sociedade moderna resolveu o problema do caos. Mas por outro lado, a fila, sobretudo a fila grande, me mostra que a vida está passando. Eu não sei que merda é essa que me dá, talvez só numa terapia eu desvende o motivo pelo qual eu fico numa fila, seja ela qual for pensando que estou perdendo o mais valioso dos bens que disponho na face da Terra que é meu tempo. Um dia ele se acabará e eu estarei ali, diante da inexorável mão invisível do destino, a Roda Viva, que chega sem esperar e carrega nosso destino com ela. E diante do momento crucial no qual confrontarei toda minha existência pregressa, sentirei a dor do tempo desperdiçado naquela maldita fila.

O tempo é a coisa mais democrática da face da Terra, mas ao mesmo tempo, é o mais desgraçado dos nossos ativos, porque ele se esvai sem que possamos impedir. Segundo a segundo. Ele está indo embora agora. E agora novamente! Outra vez…
Cada segundo passado é um pequeno milagre que nunca se repetirá.
Em paralelo ao problema do tempo, estamos diante de uma era de mudanças no panorama internético. É um fato bem claro (pelo menos pra mim) que o modelo de negócios baseado em banner babou. Peidou na farofa. Deu merda.
As pessoas enjoaram do Banner. A maioria nem enxerga mais eles. O leitor quer o conteúdo e as propagandas que mantém a estrutura operando são vistas como elementos que “estragam a experiência”. Não obstante elas TIRAM o leitor do site que ele gosta. Banners são portas de saída. Logo, eles funcionam bem em sites que são o que tecnocientificamente chamamos de “site merda” ou “pega-paraquedista”.
Realmente, estragam mesmo. Tem site que nego perde a noção e vira uma penteadeira de puta do caramba. (Tipo o acidez mental)
Talvez isso explique porque cada vez mais pessoas usam programas como Adblockers.
O meu amigo Pedro Guedes me mandou um link interessante que fala sobre esse novo dilema.
O fato é que os banners estavam pagando a conta. E pagavam (mal e porcamente) pelo tempo que eu dedicava a este espaço. Como “no mundo não existe almoço grátis”, como esta grana é cada vez menor devido à crise, a recessão, a alta do dólar ou sei lá o que mais, esse retorno vem minguando com o tempo, o que me obriga a cada vez mais buscar a composição do meu orçamento em trabalhos externos, que por sua vez consomem grandes somas de tempo. E como sabemos, não se cria tempo.
Isso fez com que o blog fosse perdendo espaço no meu horizonte de trabalho. Percebi que estava diante de uma situação que se parecia vagamente com a dos homens do buraco. Eu ia escrever “qualquer merda” para ocupar o espaço?
Eu não posso fazer isso com o leitor. Me recuso viver essa mentira.
E foi assim que eu resolvi matar o Mundo Gump. Sem aviso, sem choro nem vela.

Foi foda. De cara muita gente achou que eu estava fazendo um “Hue”… Mas quando a ficha caiu, a primeira a me ligar assustada foi minha mãe. Eu disse a ela que ia matar o blog, falei a ladainha lá dos generais Romanos e tal. Minha mãe escreveu no facebook sobre o fim do meu blog e foi uma explosão de gente reagindo. A maioria queria o Mundo Gump de volta ao ar. Teve gente que disse que ia me dar porrada. As pessoas ficaram preocupadas. Minha mulher foi uma delas, que chegou a cogitar a hipótese de me internar, afinal depois de 5000 posts e mais de 100.000 comentários lidos e aprovados, não pode ser normal querer abar com isso.
Eu repeti tantas vezes pra ela a parada das pontes romanas que só a menção a “queimar as pontes” já deixa a Nivea possessa.
Ela fez toda sorte de pressão que vocês puderem imaginar para que eu retomasse o blog. Algo que me balançou muito foi ouvir ela dizer que o Davi está aprendendo a ler (sozinho) e não vai poder ler os meus posts. Aí foi o Hadouken no ponto fraco.
Eu estava decidido a “queimar a ponte”, pois isso significa que devemos concentrar nossa atenção em um objetivo ou meta, sem ficar gastando tempo e energia com objetivos subjacentes. Faz-se necessário assumir a filiação Divina e avançar crendo na vitória infalível. Uma vez queimada a ponte não se pode voltar, por mais que se queira, e sendo assim, a única alternativa que resta é seguir em frente…
“Não há outro caminho a não ser seguir em frente”
O meu plano era realmente matar o mundo gump para poder seguir em frente. Fazer um canal. Fazer outras coisas. Mas por outro lado, seria um certo egoísmo meu pensar apenas na minha carreira, na minha grana, no que eu poderia estar fazendo ao invés de ficar escarafunchando fórum russo (sem entender nada, obviamente) em busca de coisas estranhas e curiosas para postar aqui.
É um dilema estranho, porque eu penso que devia ser direito do criador destruir sua criação quando bem quisesse, mas por outro lado vem aquela filosofia Exupèrryana do “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, e isso é um argumento realmente foda.
Seja como for, voltei atrás e reconstruí a ponte que eu havia queimado. Essa situação foi interessante para me mostrar que o que eu penso que é meu, nem sempre é realmente. As pessoas que frequentam isso aqui também se apropriaram afetivamente deste blog. Matar isso seria um erro. Na verdade seria justamente o oposto do que eu devia ter feito há um ano – Tem mais de um ano que alguns leitores me sugerem isso, mas por um misto de burrice e falta de tempo ainda não tinha colocado em pratica – que é criar uma conta no Patreon. Isso nos leva a dialética da árvore
A dialética da árvore
Eu estava parado no jardim contemplando uma enorme árvore quando recebi o insight que compartilharei neste post. Na nossa vida superficial e corrida, podemos pensar numa árvore como algo assim:
Só que uma árvore de verdade, não é assim. Na verdade, uma árvore é assim:
Você percebe que uma árvore é um objeto de equilíbrio, sendo que uma parte de sua ramificação sobe do tronco para o espaço e a outra parte desce para debaixo da terra?
Você acha que este design surgiu da noite para o dia? Isso é produto de uma evolução CABULOSA através das eras.
Agora esqueça a árvore e pense nela como uma pessoa. A pessoa é o tronco. O que ela produz são seus galhos, folhas, sementes e frutos. As raízes são as fontes de renda, que mantém a pessoa “de pé”.
Notou algo estranho? A maioria das pessoas parecem com a árvore da primeira ilustração. Elas tem caule, tem folhas, frutos e tudo mais, só que a raiz dessas pessoas é um único “raizão”, chamado EMPREGO. Corte esse raizão e… Você entendeu.
Eu estava observando a árvore e pensando justamente em como esse design ancestral (que já estava aí quando a gente chegou) é inteligente e reflete a máxima de que “nunca devemos colocar todos os ovos no mesmo cesto”.
Mas o que essa porra tem a ver com o Mundo Gump?
Simples: Com o Patreon, o modelo de financiamento deste blog poderia ser capilarizado. Com patrões financiando o Mundo Gump, mesmo que com uma ridícula quantia de dez reais, que é o que um flanelinha aqui do Rio cobra para não fazer PORRA NENHUMA pra você, eu conseguiria manter a estrutura operando lindamente, porque dez pratas faz pouca diferença sozinho, mas a audiência desse blog chega aos milhares (e nos bons tempos, aos milhões).
O sistema de financiamento coletivo do Patreon me parece ser o modo mais justo, honesto e transparente para manter produções criativas. Antigamente, nos tempos da Renascença, só quem podia bancar artistas, criadores, escritores e etc, eram nobres, porque eles tinham a grana e o que eles faziam com ela era manter orbitando ao redor deles um séquito de criadores e estudiosos, de modo que eles usavam o poder financeiro, para adquirir poder imaterial. O tempo passou e veja que interessante: O que restou? Muito do que restou daquele tempo foi o que eles investiram inicialmente para eles mesmos, sem sequer imaginar que estavam fazendo um bem ao planeta todo!
No mundo de hoje, a internet permite que exista capilarização financeira. Tal qual uma única raiz fininha não mantém uma arvore grande, somente um numero cabuloso de raízes pequenas conseguem manter uma árvore de pé através dos séculos. Com o Patreon é assim também.
Incrédula, a Nivea foi contra. Ela duvida que um leitor brasileiro resolva virar um patrono deste blog, uma vez que “ele já recebe grátis e não há sentido em pagar”.
Concordo em parte que isso pode acontecer. Mas eu vou fazer o que? Trancar este site só para pagantes tipo site pornô? Eu não acho isso legal. Claro que seria inocência pensar que todo mundo vai topar ajudar com uma moedinha. Muitas pessoas realmente preferem o “modelo tudo grátis e o Philipe se fodendo”. Mas se fosse assim sempre, se isso fosse mesmo uma regra, talvez não existissem tantos projetos colaborativos. Basta dar uma olhada no Patreon para ver um monte de gente que faz menos coisa do que eu faço ganhando grana lá. Será que na hora de “dar errado” vai dar logo comigo?
Bom, eu não sei. Estou fazendo a minha parte. As pessoas pediram, o blog voltou. As pessoas sugeriram o Patreon, eu fiz. As pessoas queriam o Gump Cast de volta, eu fiz melhor, o que nos leva a segunda revelação: Eu não vou parar de escrever. E agora além do Mundo Gump, temos um novo canal no youtube, o UNIVERSO GUMP – Porque o mundo não é o bastante ( nome e slogan que meu Amigo Américo sugeriu).
A ideia de queimar pontes, não olhar para trás e tudo mais é legal, mas como dizia Sun Tzu, “Triunfam aqueles que sabem quando lutar e quando esperar”. Se as pessoas clamam pela volta do Mundo Gump, não serei babaca de recusar este chamado à batalha. Mas não acho justo ter de lutar sozinho. De cara vou abrir outras frentes de batalha e espero que você esteja comigo.
Teremos videos periódicos no nosso novo canal de video. Por favor, clique aqui e se inscreva no nosso canal.
Bom, este post esta ficando meio grande. Vou parando por aqui. Você deve ter notado que mudamos também o Tema do Mundo Gump. Esta é uma das mudanças que eu estava pra fazer há algum tempo. Vou falar sobre este excelente tema num próximo post.
Gostaria muito de poder contar com seu apoio na forma de patrão do Mundo Gump para que possamos fazer coisas cada vez mais legais por aqui. Até lá, vou tentando equacionar com adsense, na esperança de largar esse sistema de anúncios de banner piscantes e irritantes para todo o sempre assim que os patrões permitirem.
Aqui está o link do Patreon – Tem uns prêmios bacanudos lá para os leitores do blog. Até o já mítico boneco do Juca! Também teremos posts exclusivos somente para os patrões, e se tudo correr bem realizarei minha meta de ter uma REVISTA IMPRESSA do Mundo Gump somente para os Patrões.
Vamos juntos! Estamos de volta!
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Que bom que o Mundo Gump voltou.
Philipe, como bem sabes, não trabalho com cartões de crédito ou afins, então vou precisar de uma “pequena” explicação sobre o Patreon: as colaborações sugeridas são periódicas?
OI Carlos, então essas contribuições são mensais. Por isso que a logica do Patreon é diferente da logica de outros sistemas colaborativos, onde compensa sempre o cara que paga mais para chegar logo no valor estabelecido e iniciar a criação ou fabricação de um produto. No caso do patreon, são colaborações sempre pequenas, porque elas são mensais. Então em vez de pedir que você doe vinte dólares por ano de uma vez, no patreon você vai doar dois dolares por mês, só que como o valor é sempre pequeno, mais pessoas podem doar, mantendo assim o projeto ou artista que será patrocinado pela galera. O foco do patreon é: Pouco dinheiro, mas de muita gente. Já outros sistemas colaborativos também operam no modo muito dinheiro, de pouca gente, mas nesse caso é com um pagamento só tentando viabilizar uma ideia. O patreon é sempre mais voltado para projetos de longo prazo, ou de duração indeterminada como manter um site, um escritor, um pintor, escultor, grupo de cinema e por aí vai. Claro que se aparecer um leitor rico que tope mandar três mil dolares todo mês eu não vou reclamar.
Bem, como eu disse, não trabalho com cartões de crédito, maaaaas… Os Correios tão aí, né?
Philipe, na correria desses últimos dias só agora consegui uma brecha pra parar no Mundo Gump e ler o que tem acontecido nos últimos tempos.
Entendo bem a sua decisão anterior (de encerrar o blog), sei como manter uma mídia social como essa é complicado ainda mais concorrendo com o dia-a-dia profissional e doméstico (dar atenção aos filhos, a patroa, e por ai vai) mas apoio completamente sua iniciativa de voltar com ele.
Obrigado por continuar nos mantendo entretidos!
Abraço!
Obrigada por voltar.
É isso aí Mari! Tamo junto!
cara, no dia que eu li que o mundogump chegou ao fim, deu panic. serio mesmo. eu lembro que antigamente eu lia seu blog, nos primordios do mundogump, acho que sou um dos leitores das antigas mesmo. nunca parei pra comentar nada, mas sempre visitava e lia as materias, nao todas, mas a maioria delas. e um dia conversando com uma amiga minha, ela me perguntou de onde é que eu sei de coisas aleatórias e hoje lendo o mundogump eu cheguei à conclusão que foi graças a vc. quando eu morava no brasil, eu tinha meu pai que me contava sobre diversos relatos e eu sempre adorei ouvir historias, e quando sai do brasil e encontrei o seu blog na epoca, foi o unico conforto que eu achei, um lugar pra ler sobre fatos interessantes e aleatórios. não vou babar seu ovo nem nada, mas fico muito feliz em saber que ainda posso me deliciar com seus posts, mesmo que nao com o mesmo vigor como antigamente, mas suas historias, seus contos, suas materias, seus textos, videos e ate mesmo o modo de escrever fizeram parte da minha adolescência e tb quase que formaram meu carater e interesses. muito obrigado!
Caraca, isso é tão bom de ler que se sua mensagem fosse mais curta eu ia tatuar ela no meu braço!
Hahaha valeu mesmo! Tamo junto! E agora tb em video!